Política

Dilma defende saída conjunta de crise mundial e a quebra de patentes

Da redação JCNet
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Éder Azevedo

De volta ao Brasil, a presidente classificou a conjuntura atual da economia mundial como um "momento muito delicado"

A presidente Dilma Rousseff voltou a defender nesta segunda-feira (26) maior participação dos países emergentes na busca de soluções para a crise econômica internacional, além de reiterar a necessidade da quebra de patentes de alguns remédios que "asseguram" a vida de pessoas.

A presidente classificou a conjuntura atual da economia mundial como um "momento muito delicado" e afirmou que o país está se preparando para impedir grandes consequências da crise, como fez em 2008, aliando crescimento da economia com a melhoria de vida da população.

"A posição defendida pelo Brasil na ONU é de que a saída para a crise econômica mundial deve ser discutida por todos os países juntos. É claro que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade muito maior, porque lá que a crise começou", disse Dilma. "Mas todos os outros países sofrem as consequências de alguma forma, ainda que indireta. Então, todos devem ter o direito de participar das soluções".

A presidente falou ainda da necessidade de quebra de patentes de alguns remédios, assunto tratado por ela durante a viagem a Nova York, onde abriu a Assembleia da ONU e participou de Reunião de Alto Nível sobre doenças crônicas não transmissíveis. "A partir do momento em que outras indústrias são autorizadas a produzirem determinado remédio, o preço cai e ele fica mais acessível", completou Dilma.

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