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Amistoso: Com mudanças, Brasil faz teste contra México


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Indefinição parece ser a palavra-chave da seleção dirigida por Mano Menezes. Três dias depois de o Brasil vencer a Costa Rica por 1 a 0, numa atuação nada inspirada, em San José, a equipe do Brasil volta a campo hoje, quando faz amistoso contra o México, a partir das 22h30 (horário de Brasília), cheia de mudanças na escalação. Ao todo, são seis alterações no time que só jogou bem uma vez neste ano - na vitória sobre a Argentina, no final de setembro, em Belém.

A troca do goleiro Júlio César por Jefferson é a única motivada por contusão - o titular do gol brasileiro deixou o amistoso contra a Costa Rica com dores, fruto de uma lombalgia, e foi liberado para voltar para o seu clube na Itália. No mais, saem os laterais Fábio e Adriano, após atuação apagada diante da Costa Rica, e voltam os titulares Daniel Alves e Marcelo. Situação idêntica acontece no meiocampo, onde os volantes Fernandinho e Lucas Leiva recuperam a posição após os testes com Luiz Gustavo e Ralf no jogo realizado em San José.

Para um time que vive permanentemente sob experiências, há ainda uma outra mexida. O atacante Hulk, que vem fazendo sucesso no Porto, barrou Fred e vai atuar ao lado de Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Lucas no ataque da Seleção Brasileira. Nos últimos 11 anos, o México vem dando muito trabalho ao Brasil. Nesse período, em cinco jogos disputados, os mexicanos venceram três e perderam duas vezes. O retrospecto é um indicador de que a Seleção Brasileira não vai ter vida fácil, hoje, em Torreón. Mas, ultimamente, até mesmo equipes sem nenhuma tradição, como Venezuela e Costa Rica, são obstáculos poderosos contra o time dirigido por Mano Menezes.

Ontem, o goleiro Jefferson disse que há um outro perigo para o Brasil no amistoso de hoje, além do próprio México: a bola do jogo. "É inadequada, tem peso diferente", criticou o jogador do Botafogo, empolgado com a chance de ser titular da Seleção.

A situação de Mano Menezes na Seleção ficou mais calma depois que o Brasil venceu o Superclássico das Américas, contra a Argentina. Ele, no entanto, vai ter um grande desafio ano que vem: tentar conquistar a inédita medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres.

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