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Adolescente ?descobre? que levou tiro e homem não sabe quem bateu

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 2 min

Duas pessoas apareceram anteontem feridas no Pronto-Socorro Central (PSC) em situações suspeitas. Um adolescente levou um tiro mas não soube explicar o que exatamente ocorreu no Núcleo Fortunato Rocha Lima. Já no Parque Jaraguá, um homem foi encontrado caído na rua após agressão.

O ajudante de 16 anos disse para policiais militares que teria ouvido barulho de disparo de arma enquanto tocava gado usando uma bicicleta. O fato teria ocorrido às 23h em uma via vicinal da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), a Bauru-Marília. O adolescente relatou que não soube identificar de onde partiram os dois disparos e prosseguiu normalmente. Ao chegar em sua casa, ele teria sentido uma "ardência" na panturrilha da perna esquerda e teria constatado que se tratava de um ferimento à bala.

Ele mesmo foi ao PSC e lá os atendentes noticiaram o fato para os policiais. O rapaz ficou sob observação.

Já a esposa de Rodnei Ferreira dos Santos, 31 anos, foi surpreendida quando conhecidos bateram à sua porta tarde da noite do feriado para avisar que seu marido estaria desmaiado na rua.

Ao chegar à quadra 8 da rua Benedito Leite de Brito a mulher se deparou com Santos bastante machucado e com vários sangramentos, aparentemente, causados por agressão. Segundo informações da PM, ele sangrava na cabeça, no nariz e na boca e permaneceu consciente. Aos policiais militares da Base Comunitária de Segurança Noroeste, a vítima não soube identificar quem cometeu a agressão e em que circunstâncias. Santos foi levado ao PSC pelos PMs. A ocorrência foi registrada como lesão corporal no Plantão Policial.


Drogas


Um funcionário da Fundação Casa em Bauru localizou na área da unidade entorpecentes, provavelmente arremessados para interior da instituição. Durante a ronda rotineira no final da tarde de ontem, o funcionário encontrou no chão aproximadamente 19 gramas de maconha em uma trouxinha e uma pedra acondicionada em plástico preto, que pode ser de crack, e um isqueiro.

De acordo com o relato do servidor estadual, a droga teria sido arremessada de fora da unidade e foi localizada perto da ala "B", que fica nas proximidades de um muro e de um alambrado que isolam a unidade.

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