? Questão grave
O afrouxamento da lei que exige a instalação de hidrantes pelo DAE em novas construções será tema de audiência pública, a partir das 15h de hoje. A edição de hoje do Jornal da Cidade mostra que a incapacidade da rede de água para suportar hidrantes é o problema, e grave. O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) reconhece o problema, mas diz que não há capacidade de investimentos para que o DAE reverta a situação.
? Eixo central
O Corpo de Bombeiros e o Ciesp reagiram contra a mudança que está sendo submetida aos vereadores. O que deveria estar em debate hoje é como ajustar, no tempo, nossa rede de água para que os hidrantes possam se multiplicar nas ruas, e não afrouxar a regra atual em razão disso. São apenas 110 hidrantes na área urbana de Bauru.
? Sem respostas
O DAE admite que muitas áreas do município enfrentam deficiências na rede instalada, insuficiente para receber os hidrantes. A autarquia sequer respondeu ao JC quais são esses lugares, quais as condições atuais da rede de água e quais as intervenções necessárias para suportar o número adequado de hidrantes. A justificativa foi que o diretor da área não estava...
? De saída
Existe grande possibilidade de que pelo menos dois membros do alto escalão do governo Rodrigo Agostinho (PMDB) deixem seus cargos no ano que vem para disputarem uma cadeira na Câmara Municipal. Zito Garcia (PMDB), da Agricultura, está bastante disposto, bem como o presidente da Emdurb, Nico Mondelli, recém-filiado ao PSB. A dúvida é se Batata (Semel) volta ou não ao posto.
? Está fora
Anunciada já na última segunda-feira, a renúncia de Chiara Ranieri (DEM) ao cargo de segunda secretária da Mesa Diretora se concretizou ontem. Na próxima sessão, José Roberto Segalla (DEM) deve ocupar o posto. A saída de Chiara da Mesa também foi motivada com a ausência de colegiado, de fato, nas decisões do presidente Roberval Sakai (PP).
? Mudanças
Chiara defende mudanças no regimento da Câmara, pois entende que, como segunda secretária, se não deve interferir, também não precisaria assinar ações do presidente. As recentes demissões de cargos comissionadas podem estar relacionadas com isso.
? Último esqueleto
O "último esqueleto" a ser resolvido pela administração pública municipal deve ficar para o ano que vem. O reparcelamento da dívida da Cohab dificilmente será votado pela Câmara Municipal. O líder do governo, Renato Purini (PMDB), é um dos principais articuladores para que isso aconteça.
? Era uma casa...
Repercutiu a nota que advertiu moradores inscritos no Minha Casa Minha Vida a não pagarem "taxa de cadastro" por aí para o acesso ao programa. De pronto, apareceram cidadãos ampliando que o mesmo deve ser alertado para as negociações com construtoras, para as demais faixas de renda. Como diria um bom petista: moradia não é rodovia, portanto não pode ter pedágio! Quem se sentir lesado, procure o Ministério Público (MP).