Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

? Reunião hoje

O prefeito Rodrigo Agostinho e o deputado Pedro Tobias vão se reunir hoje para buscar uma solução para a crise do HB e da Maternidade Santa Isabel. Os dois hospitais tiveram ontem um dia agitado e de muitas manifestações. Com o impasse jurídico existente, a solução pode vir de alguma iniciativa do procurador geral do Estado, para liberar na Justiça a verba de R$ 1,5 milhão já depositada pelo governo, mas bloqueada judicialmente, ou ainda de uma nova iniciativa do Ministério Público local.

? Uma gincana

O problema é que o tempo está passando e os funcionários continuam sem o 13º e a solução não depende apenas de vontade política. As autoridades municipais e estaduais vão enfrentar uma verdadeira gincana, ou seja, encontrar a solução jurídica complexa, colocá-la em prática, depois o caminho operacional e percorrê-lo com toda velocidade.


? Outro prazo

Enquanto isso, na Câmara, a aprovação da Fundação Regional de Saúde se deu com a condição de que o estatuto que deverá regê-la teria que ser submetido à apreciação do Poder Legislativo de Bauru. O secretário municipal de Saúde, Fernando Monti, afirmou que o documento será entregue aos vereadores no final de janeiro para que a tramitação seja iniciada já na primeira sessão parlamentar do ano.

? Opção futura

O secretário já coloca, aliás, a futura fundação como uma alternativa para a futura gestão do Hospital de Base e da Maternidade Santa Isabel, caso não haja riscos de que a entidade, ainda a ser criada, não tenha que assumir o passivo da AHB e demais pendências judiciais. Mas a fundação ainda vai demorar para sair do papel. Rodrigo e Monti discutiram ontem inclusive esta hipótese.

? "Up grade"

Além dessas, na área hospitalar, a saúde em Bauru terá ainda outras grandes demandas, algumas apenas para resolver problemas existentes e outras para colocá-la no patamar que uma cidade desse porte demanda e com o "up grade" que merecer ter. Afinal, a prestação de serviço em saúde é uma vocação que fica delineada a cada dia, juntamente com outra área fundamental que é a educação.

? Bolso de colete

E mesmo na última semana do ano, ou na "preguissemana", a corrida eleitoral não dá tréguas e nos cafés da cidade rolam números de pesquisas e enquetes extraoficiais que partidos e apreciadores da política dizem ter feito. Em determinadas horas, quando a discussão esquenta, alguém tira um novo número do bolso do colete, mostrando dados que vão da aprovação à rejeição, possibilitando diagnósticos, prognósticos e outros chutes.

? Algo em comum

Um dado interessante na opinião de muitos e que poderá se confirmar em pesquisas oficiais é que o menos votado nas "enquetes? é também o que tem menor rejeição e pelo perfil mais distante do candidato mais conhecido poderá, também, justamente pelo contraste, ser o grande polarizador durante a campanha. Há quem duvide, mas acreditar piamente que números consolidados se mantenham inalterados até outubro do ano que vem pode ser muito arriscado. O melhor nesses casos é cautela e caldo da galinha.

Comentários

Comentários