Internacional

Após votação nas Nações Unidas, Síria tem mais violência e protestos

Reuters
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Damasco - As forças de segurança do presidente da Síria, Bashar al-Assad, ignoraram ontem as recriminações da Organização das Nações Unidas (ONU) e voltaram a atacar redutos rebeldes nas cidades de Homs e Deraa.

 

Apesar da ameaça de repressão das forças de segurança, manifestações contra Assad foram relatadas em várias cidades sírias, inclusive Damasco e Aleppo, depois das preces islâmicas da sexta-feira.

 

Numa demonstração de apoio a Assad, o vice-chanceler chinês, Zhai Jun, chegou a Damasco depois de a Assembleia Geral da ONU aprovar por ampla margem uma resolução sem força legal que diz a Assad para parar a violência e deixar o cargo.

 

Evocando o princípio da não-ingerência, China e Rússia vetaram em 4 de fevereiro uma resolução do Conselho de Segurança nos mesmos termos, que teria mais força do que o texto aprovado na Assembleia Geral, onde nenhum país tem poder de veto.

 

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