Esportes

Tênis

Consultoria: Celso Sacomandi
| Tempo de leitura: 3 min

PEGADORES

 

No último domingo, dia 19, o coordenador dos pegadores de bolas e zeladores do Bauru Tênis Clube, João Bertonha, organizou um torneio de tênis para o grupo. Os vencedores foram: na Chave A, o campeão foi Patrick Ferreira, e o vice-campeão Anderson Natan. Na Chave B, o campeão foi Guilherme Ferreira, e o vice: Rodrigo Cabral. Na foto, os participantes, da esquerda para a direita: Gabriel Silvestre, Gabriel Santos, Matheus Henrique, Guilherme Ferreira, Walison Fonseca, Pedro Henrique, Patrick Ferreira, Wesley Pinto, Luiz Vitor, Lucas Felipe, Rodrigo Cabral, Lucas Natan e Anderson Natan. A Legião Mirim de Bauru patrocinou o torneio.

 

BRASIL OPEN

 

Diante um público de 10 mil pessoas que lotaram totalmente o Ginásio do Ibirapuera, o espanhol Nicolas Almagro, 11º  do mundo, venceu pela terceira vez o Brasil Open de tênis. Na partida final, disputada no último domingo, Almagro venceu por 2 sets a 1 o italiano Felippo Volandri, 67º do ranking e que no sábado havia derrotado o brasileiro Thomaz Bellucci, também por 2 sets a 1. Os outros títulos do espanhol no Brasil Open foram conquistados em 2008 e 2011. Se nas simples o Brasil ficou fora da final, nas duplas foi campeão e vice-campeão. O brasileiro Bruno Soares e seu parceiro, o americano Eric Butorac, venceram por 2 sets a 1 a dupla formada pelo também brasileiro André Sá e o eslovaco Michal  Mertinak. Com o resultado, no ranking mundial de duplas, Soares e Butorac ocupam agora a quinta posição.   

 

FEDERER

 

Depois de perder seu jogo de simples e também o de duplas, frente aos Estados Unidos em confronto realizado há dez dias pela Copa Davis, Roger Federer, mostrou que aquelas derrotas não abalaram sua autoconfiança. No último domingo, venceu o ATP 500 de Roterdã (Holanda), superando o argentino Juan Del Potro na final, por 6/1 e 6/4. Foi o 71º título do suíço em 101 finais. 

 

MC ENROE

 

Após sua participação em um jogo de duplas-exibição em San José (EUA), na semana passada, o americano John McEnroe disse que se no “tempo dele” já existisse o “Hawkeye” (replay para saber se a bola foi boa ou fora), não teria gasto tanta energia discutindo com juízes e talvez tivesse conquistado mais do que seus sete títulos de Grand Slams em simples. Por outro lado talvez McEnroe não tivesse vencidos seus sete Grand Slams caso não tivesse tomado esteroides (via injeção), segundo ele por um bom tempo, sem saber do que se tratava. McEnroe soube do conteúdo depois de já ter encerrado a carreira.  Na verdade, as “tais” injeções continham substâncias  usadas legalmente em cavalos de corrida, mas certamente ilegais no tênis. Naquela época o controle antidoping no tênis ainda estava iniciando.

 

FALIDA

 

A ex-tenista espanhola Arantxa Sanches, dona de quatro títulos de Grand Slam e ganhos que chegaram a cerca de US$ 60 milhões,  diz em sua autobiografia lançada recentemente que está falida, por conta dá má administração de seu dinheiro feita por seus pais. Realmente, ir à falência em decorrência de não saber lidar com tanto dinheiro já aconteceu com alguns jogadores, como o sueco Bjorn Borg e o australiano Mark Phillipoussis. No início, o jogador se  preocupa em treinar muito para jogar bem e conseguir bons resultados. Caso consiga, logo vem o dinheiro e a fama, aumentando os problemas. Precisam treinar muito para continuar a vencer e também administrar o dinheiro que passa a vir de todos os lados. Geralmente, não dão conta e passam seus interesses financeiros para pessoas inabilitas ou desonestas e quando encerram a carreira alguns voltam ao mesmo nível financeiro do difícil começo, praticamente nada.

 

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