CAMPEÃO
O bauruense Bruno P. F. Flora Pinto venceu mais um torneio no ano; desta vez, na Copa AABB Jurumirim, Avaré. Bruno, que tem 1
anos – e não 11 como publicado nessa coluna dias atrás – foi o campeão na categoria 11MB. No último ranking da Federação Paulista de Tênis, divulgado no dia 6 de março, o bauruense já ocupava a segunda posição na categoria.
MAROLA
Entre os dias 25 de fevereiro a
5 de março, o bauruense Valdemir Nicolini (Marola) participou de uma “clínica’’ (treinamento em grupo) na “Academia Sanches-Casal’’ na cidade de Barcelona, Espanha. Marola viajou com todas as despesas pagas pela Confederação Brasileira de Tênis, graças ao seu título de campeão do 3º Campeonato Nacional de tênis, entre os funcionários dos Correios do Brasil, realizado em Brasília, em setembro de 2
11.
BOA VITÓRIA
Beneficiado por problemas estomacais do adversário, o austríaco Jurgen Melzer (2
º do mundo), o brasileiro Thomaz Bellucci passou pela segunda rodada do Masters 1
de Indian Wells, Califórnia, com parciais de 6/3 e 6/3. Hoje enfrenta o russo Nikolay Davydenko. O problema do austríaco não tira o mérito do brasileiro que teve seu melhor desempenho dos últimos seis ou sete meses.
BANANA BOWL
Começou no último sábado, com o “qualifying”, no Bela Vista Country Club, em Gaspar (SC), a 42ª edição do “Banana Bowl”, um dos mais importantes torneios infanto-juvenis do mundo. Ivan Lendl (CZE), John Mc Enroe (EUA), Andy Roddick(EUA), Tomas Muster(AUT), Juan Del Potro (ARG), Andrés Gomes (ECU), são apenas alguns nomes que já disputaram o Banana Bowl. Neste ano, o brasileiro Tiago Monteiro, atual segundo do mundo na categoria até 18 anos, é o maior favorito. O último brasileiro a vencer na categoria 18 anos foi Eduardo Oncins, em 1981. Dois bauruenses já venceram o Banana Bowl: Roger Guedes, uma vez, e Celso Sacomandi, duas vezes.
FEDERER X NADAL
Em entrevista na semana passada, o suíço Roger Federer comentou que os árbitros deveriam ser mais rígidos com o espanhol Rafael Nadal quanto ao código de tempo, insinuando que em muitas vezes Nadal demora muito mais do que os 2
segundos, permitidos entre o final de um ponto e início de outro, e não é punido. Logo no dia seguinte, Nadal respondeu que cada árbitro interpreta a regra à sua maneira (ou seja, com ou sem bom senso). Segundo Nadal, é preciso levar em conta o ritmo do jogo. “Não se pode jogar por seis horas, com pontos de muitas trocas de bolas, e ter só 2
segundos para estar recuperado para o próximo ponto; assim mesmo já recebi várias advertências sim”. Sem ler o conteúdo da entrevista de Federer, não acredito que ele tenha dito que Nadal tem sido beneficiado pelos juízes e sim que essa polêmica foi provocada por jornalistas que gostam de ver “o circo pegar fogo”.
MASTERS CUP
Depois de ser escolhido para o “Hall da Fama” do tênis, o brasileiro Gustavo Kuerten (Guga) disse que viajará para Miami, onde a partir do dia 19 de março acontece o “Masters 1
” daquela cidade. A finalidade da viagem é a de se reunir com diretores da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Guga espera, com seu prestígio, convencê-los a trazer para o Brasil (Rio de Janeiro ou São Paulo) o “ATP World Finals”, edição 2
14. O torneio reúne apenas os oito melhores do ano em simples e as oito melhores duplas.
BLOG DO CHIQUINHO
No blog do dia 6 de março de um dos mais respeitados jornalistas brasileiros especializados em tênis, Chiquinho Leite Moreira, entre as muitas coisas interessantes que li, uma me chamou mais a atenção. Diferente do torneio de Wimbledon, onde só se pode jogar com roupas brancas, nos Jogos Olímpicos de Londres, que acontecerão em julho próximo, a modalidade tênis de campo será disputada no “All England Club”, mesmo local onde é disputado o torneio de Wimbledon, mas os jogadores poderão usar a roupa da cor que quiserem. Será um fato inédito no local, mas também uma maneira de diferenciar os “Jogos Olímpicos” do mais tradicional torneio de tênis do mundo, que acontece duas semanas antes. O blog do Chiquinho pode ser lido no site TENISBRASIL.
UNINDO O ÚTIL AO AGRADÁVEL
A fábrica de relógios suíços “Rolex” está lançando o modelo “Sky-Dweller”, que será usado por seu garoto propaganda, o suíço Roger Federer. Fontes não oficiais dizem que a “Rolex” paga a Federer, US$ 15 milhões por um contrato de dez anos. É como se diz: unir o útil ao agradável. Poder usar um relógio da marca “Rolex” já seria um privilégio; e ganhar US$ 1,5 milhão por ano para usá-lo então...
DICA
Jogadores amadores tem a tendência de querer bater o “backhand’’ (esquerda para destros), melhor do que são capazes, especialmente quando estão sob pressão. Quando seu “backhand” começar a te prejudicar demais, diminua suas expectativas. Pare de tentar fazer mais do que sabe. Apenas passe a bola para o outro lado. Mantenha a bola em jogo, obrigue o adversário a bater uma bola a mais, pois, quem sabe, ele não comete um erro. Ao invés de força, busque a profundidade, isso diminuirá as chances para que te ataque.
CURIOSIDADE
Na última quinta-feira, foi oficializado que Gustavo Kuerten (Guga) entrará para “Hall da Fama” do tênis, na categoria jogador recente. No dia 14 de julho, Guga irá a Newport, Rhode Island (EUA) para receber a honraria. Mas o que seria esse “Hall da Fama” do tênis? É um museu do tênis, localizado em Rhode Island (EUA), onde são homenageadas as mais importantes personalidades do tênis, sejam elas jogadores, dirigentes ou jornalistas. Fundado em 1954 pelo americano James van Alen (inventor do “tie-break”), o “Hall da Fama” é o maior museu de tênis do mundo. Até hoje, 221 pessoas de 22 países foram homenageadas. Os Estados Unidos, com 121 pessoas, seguido da Austrália com 25, são os países mais representados no museu. Além de Guga, o Brasil está representado no “Hall da Fama”, por Maria Esther Bueno (sete títulos de “Grand Slam” em simples – três em “Wimbledon” e quatro no “US Open”), que foi homenageada em 1976.