Tecnologia

Terceira geração do iPad aposta na alta definição de imagem

Por Por Carla Peralva | AE
| Tempo de leitura: 1 min

A expectativa crida em torno dos eventos da Apple é tão grande que fica difícil a empresa surpreender em um lançamento. Na quarta-feira da semana passada, a surpresa mesmo ficou por conta do nome do produto anunciado: iPad. Sem apelido, sem número, sem nada.

No mais, o anúncio da terceira geração do tablet da empresa confirmou quatro dos cinco grandes rumores levantados sobre ele: a tela retina, igual à do iPhone, e HD, processador gráfico de quatro núcleos, suporte à rede 4G e com nova versão do sistema operacional (iOS 5.1).

De fora só ficou mesmo a aposta de que o aparelho teria tela menor para competir diretamente com o Kindle Fire, da Amazon, opção mais barata e sucesso de vendas nos Estados Unidos.

As novidades se preocuparam basicamente em melhorar a experiência de vídeo do iPad. A tela com 3,1 milhões de pixels - a mais alta resolução já encontrada em um aparelho móvel, segundo Philip Schiller, vice-presidente de marketing mundial da Apple - aliada à conexão à rede 4G, que tem capacidade de transmissão de 50 megabits por segundo, acerta em cheio na qualidade de atividades como edição de fotos, jogos e streaming de vídeos.

O terceiro iPad começará a ser vendido na sexta-feira nos EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Suíça e Japão pelos atuais preços do iPad 2: de US$ 499 (16 GB) a US$ 699 (64 GB) a versão só com Wi-Fi e de US$ 629 (16 GB) a US$ 829 (64GB) com Wi-Fi e 4G. Apenas a versão de 16 GB do iPad 2 continuará a ser vendida, por US$ 399 (Wi-Fi) e US$ 529 (Wi-Fi e 3G).

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