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Durante assembleia, sindicato da saúde tenta ampliar a paralisação

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

Por meio de assembleia realizada ontem pela manhã em Bauru, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de SP (SindSaúde) tenta ampliar a paralisação da categoria iniciada na última sexta-feira, no Estado. Sem informar números, a entidade informa que a paralisação é parcial na cidade. Já para a Secretaria de Estado da Saúde, ela é inexistente por aqui. 

 

Ontem, cerca de 3

servidores se concentraram em frente ao Instituto Adolpho Lutz, na quadra 5 da rua Antonio Zuiani, no Centro, onde também organizaram uma viagem para São Paulo,amanhã. Na Capital, farão um ato em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e seguirão em passeata reivindicando, entre outros pontos, aumento salarial. Segundo a Diretora Regional SindSaúde Bauru, Mariúze Inêz Pereira Miranda, um ônibus partirá de Bauru para participar do protesto.

 

A categoria reivindica reajuste do auxílio alimentação de R$ 4,

para R$ 25,

; regulamentação da jornada de 3

horas para todos; aumento no valor do Prêmio de Incentivo; pagamento do 13.º salário e férias; correção das distorções nos valores pagos e transparência na verba da saúde repassada pelo Ministério da Saúde para o Estado; aposentadoria especial; concurso publico para suprir falta de pessoal nas unidades de saúde; correção de erros na criação dos cargos e rebaixamento na letra da lei complentar 1.

8

/

8.

 

Em contrapartida, por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria de Estado da Saúde informa que, no ano passado, o governo do Estado aprovou um novo plano de cargos e salários para os servidores da saúde, o que resultou em aumentos de até 4

% para a categoria, retroativos ao mês de julho de 2

11. “O governo anunciou que daria 4

% de aumeto, mas deu 7%. Talvez tenha dado para cargos de alto escalão. Temos o holerite para provar”, diz Mariúze.

 

Ainda assim, a assessoria de 

imprensa da Saúde informa que o governo vem mantendo diálogo com o SindSaúde-SP em relação à pauta apresentada. As conversas são mantidas em conjunto com a Secretaria da Gestão, onde os manifestantes pretendem protestar nesta sexta-feira. 

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