Economia & Negócios

Petrobras ajuda e Bolsa cai 0,12%, mas perde 1,8% na semana; dólar sobe 0,58%


| Tempo de leitura: 3 min

A alta das ações da Petrobras e a melhora externa na segunda etapa dos negócios ajudaram a Bovespa a encerrar a sexta-feira com leve queda. Mais uma vez, a expectativa em torno do possível aumento dos combustíveis contribuiu para os papéis da petroleira terminarem o dia no azul. Externamente, o noticiário foi fraco.

Com isso, o Ibovespa encerrou com queda de 0,12%, aos 55.438,55 pontos. Após duas semanas seguidas de alta, a Bolsa caiu 1,19% nesses cinco últimos pregões. No mês, ainda sustenta alta de 1,74%. Mas, no ano, voltou a registrar recuo de 2,32%. O giro financeiro somou R$ 7,574 bilhões. A ação ON da petroleira fechou com ganho de 0,95% e a PN subiu 1,45%.

Já as outras blue chips - Vale, metalúrgicas e bancos - não ajudaram e fecharam em queda. Vale reduziu as perdas no final e a ON caiu 0,23% e PNA, -0,10%. Gerdau PN perdeu 1,96%, Metalúrgica Gerdau recuou 1,86%, Usiminas registrou declínio de 2,70% e Siderúrgica Nacional, -2,43%.

Entre as instituições financeiras, Itaú Unibanco amargou a maior queda, de 2,08%, seguido de Banco do Brasil (-1,54%). Santander foi na contramão e as units subiram 1,29%. Já o Bradesco fechou estável.

Pão de Açúcar avançou 2,03% e foi outro destaque de alta. A ação reflete a troca de comando na empresa. Logo cedo, o francês Jean-Charles Naouri, presidente do Casino, foi aprovado como novo presidente da Wilkes, controladora do Grupo Pão de Açúcar, em assembleia geral extraordinária.

A semana foi pautada pelo noticiário externo e, internamente, foi a Petrobras que ditou o ritmo na Bolsa. Isso porque, desde a semana passada, existem rumores de que a petroleira irá aumentar o preço dos combustíveis. A dúvida agora é saber quando e de quanto será este reajuste.

Externamente, o rebaixamento da agência de classificação de risco Moody’s, ontem, após o fechamento dos mercados, pesou sobre os negócios pela manhã. Por outro lado, ontem, o Banco Central da Europa (BCE) anunciou a ampliação da gama de títulos que serão aceitos dos bancos da zona do euro como colaterais para a concessão de empréstimos, com o objetivo de incentivar a oferta de crédito para empresas e famílias. O BCE passará a aceitar determinados ativos lastreados em hipotecas, além de ativos lastreados em empréstimos automotivos, leasing e créditos para consumidores.  

 

RENDA FIXA

Renda bruta: 8,08%


Ganho líquido/mês: 0,9%


Pela taxa média de 8,08% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 13,99% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.-0,31%.

 

BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,12%


Volume: R$ 7,574 bilhões

 

A Bolsa encerrou com queda de 0,12%, aos 55.438,55 pontos. Após duas semanas seguidas de alta, a Bolsa caiu 1,19% nesses cinco últimos pregões. No mês, ainda sustenta alta de 1,74%. Mas, no ano, voltou a registrar recuo de 2,32%. O giro financeiro somou R$ 7,574 bilhões. Em Nova York, as bolsas fecharam em alta. Dow Jones ganhou 0,53%, S&P 500 subiu 0,72% e o Nasdaq, + 1,17%.

 

OURO

Ouro/grama: R$ 103,80


Variação: alta de 0,1%


Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 103,80, com queda de 0,1%. Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,571,43 e encerrou com alta de 0,43%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 2,064

Variação: alta de 0,58%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 2,064 para a compra e a R$ 2,065 para a venda, com alta de 0,58%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,967 na compra e a R$ 2,163 na venda, com alta de 0,75%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 2,050 na compra e a R$ 2,190 na venda, com alta de 0,46%.

Comentários

Comentários