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Eutanásia: morte voluntária que pode ser induzida por injeção aplicada pelo médico a pedido do paciente. Este serviço é disponibilizado em alguns países para doentes terminais pelos serviços de saúde pública. O processo é livre de dor e riscos. Ao chegar o paciente toma o coquetel de drogas via bucal juntamente com uma bebida doce ou a mesma é injetada na veia. Em dois a cinco minutos o paciente dormirá e entra em coma profundo e para de respirar.

Ortotanásia: procedimento no qual, a pedido de um paciente terminal ou seu representante legal, o médico cessa o tratamento que lhe mantém vivo em condições precárias. Está autorizada inclusive no Brasil com orientações do Conselho Federal de Medicina.

Suicídio assistido: situação em que uma pessoa auxilia a outra a se matar voluntariamente na forma escolhida. A pessoa que auxilia não pode ser remunerada por esta atitude e nem ser beneficiário da herança deixada. O procedimento é regulamentado na Suíça, inclusive para estrangeiros.

Suicídio assistido por médico: nesta situação, o profissional médico receita uma droga letal ao paciente que escolhe o melhor momento para ingeri-la. Este procedimento está autorizado e regulamentado em vários países e em alguns estados estadunidenses.

Especializada: A empresa Dignitas na Suíça já ajudou mais de 1200 pessoas a abreviar vidas e sofrimentos e conta com mais de seis mil pessoas cadastradas que pagam um plano de morte e quando precisarem se dirigem até o país e morrem assistidas por profissionais. A inscrição custa 15 mil reais e o funeral, incluindo cremação, mais 7 mil. Para inscrever segue-se um protocolo com informações e análises detalhadas e a filosofia que permeia tenta induzir o paciente a desistir. No caso do suicídio assistido, apenas 14% dos pacientes acabam se matando, os demais desistem.

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