Acabou a gozação sobre a nação corintiana e os méritos são todos do time que foi o melhor da competição. Todo mundo sabe que sou palmeirense roxo, mas devo confessar que nas finais da Libertadores torci pelo Corinthians (só nas finais). O que me levou a tomar essa postura foi ver o Maradona torcendo como um louco pelo Boca Junior. Naquele instante o Coringão era o Brasil e seria uma injustiça muito grande não dar a lógica e olhe que futebol não tem lógica. Ganhou o melhor e o melhor era o Corinthians, sem contestação e sem a tradicional briga de fim de jogo entre brasileiros e argentinos.
Assim como eu, o time do Boca reconheceu a superioridade tática e técnica do adversário, que venceu por uma conjunção de fatores positivos: diretoria competente, situação financeira tranquila, organização primorosa, bom técnico, bons jogadores, boas contratações, um elenco sem estrelas mas unido e competente, revelações primorosas, como o goleiro e Romarinho. Corinthians, campeão da Libertadores, invicto. Aproveito para cumprimentar meu filho Ricardo, minha filha Leticia e meus amigos corintianos Albertinho, Torquato, Thiago, Carlos Alberto, Kiko, Cau, Deja, Chiquinho, Curinho, Bonfim, Willian, Miziara, Andressa, Rita, Vladi, Renê e toda nação corintiana.
Olivo Costa Dias