Internacional

Forças sírias matam mais de 220 em aldeia, denunciam ativistas

Reuters
| Tempo de leitura: 1 min

Beirute - Mais de 220 pessoas, a maioria civis, foram mortas ontem por militares e milicianos em uma aldeia da província rebelde de Hama, segundo ativistas da oposição síria.

Se confirmado, esse será o pior massacre em 16 meses de conflito na Síria, onde o presidente Bashar al-Assad enfrenta uma rebelião cada vez mais agressiva, sem que a diplomacia internacional consiga acalmar a situação.

O Conselho da Liderança da Revolução em Hama disse à reportagem que a aldeia sunita de Taramseh foi atacada ontem por helicópteros e que milicianos da seita alauíta, que domina o governo, em seguida invadiram o lugar, realizando execuções.

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