Beirute - Mais de 220 pessoas, a maioria civis, foram mortas ontem por militares e milicianos em uma aldeia da província rebelde de Hama, segundo ativistas da oposição síria.
Se confirmado, esse será o pior massacre em 16 meses de conflito na Síria, onde o presidente Bashar al-Assad enfrenta uma rebelião cada vez mais agressiva, sem que a diplomacia internacional consiga acalmar a situação.
O Conselho da Liderança da Revolução em Hama disse à reportagem que a aldeia sunita de Taramseh foi atacada ontem por helicópteros e que milicianos da seita alauíta, que domina o governo, em seguida invadiram o lugar, realizando execuções.