COPA KIRMAYR
Bauruenses tiveram bons resultados na 1ª Copa Kirmayr Seniors, disputada em Serra Negra-SP, e válida pelo Grupo II da Federação Internacional de Tênis. Luiz Alberto Penna (Mr. Pretezels) foi vice-campeão de simples na categoria 55/59 anos. Robson Felix Bueno, não alcançou as finais de simples, mas tendo como parceiro o brasiliense Alexandre Lobo, foi campeão em duplas na categoria 45/49 anos. Hoje radicado em Goiânia, mas bauruense de nascimento, Pedro Rocha Coelho, filho do querido Rubens Rocha (ex-professor de tênis da Luso), foi o campeão em simples na categoria 50/54 anos.
RODOLFO
Depois de conquistar, há 10 dias, o CNIP (Campeonato Nacional de Incentivo ao Profissionalismo), disputado em Lorena-SP, título que o credenciou a participar do AES Tietê Future, na mesma cidade, o bauruense Rodolfo Bustamante foi derrotado pelo também brasileiro, José Pereira, na primeira rodada do torneio. Pereira terminou o certame como campeão ao vencer outro brasileiro, Nicolas Santos, na final. No último domingo, dia 12, Rodolfo retornou aos Estados Unidos, onde estuda e defende, em torneios universitários, a Texas Cristinan University.
MAIS UM
Daniel Bustamante, 18 anos, seguindo os passos do irmão Rodolfo e de vários outros bauruenses, é mais um tenista que está deixando, temporariamente, Bauru para estudar e jogar nos Estados Unidos. Daniel embarcou no último domingo para Troy, Alabama, onde, por ser um bom tenista e de grande potencial, será bolsista na Troy University. Os outros tenistas bauruenses que atualmente estão estudando e jogando nos Estados Unidos são: Isadora Busch, Patrícia Guedes, Pedro Scocuglia, Guilherme Destefani e Rodolfo Bustamante.
BARRA BONITA
Com incentivo e coordenação de Marcondes Serotini Filho, tenista e também presidente da diretoria executiva, o Barra Bonita Tênis Clube realizou no último final de semana o IV Burgão Open de Tênis. Vários bauruenses participaram. Os que mais de destacaram foram: Bruno P. Flora Pinto, campeão da categoria 11MB; Matheus Beckers Almeida, vice-campeão na categoria 12MB e João Pedro Silva, tenista que vem evoluindo bastante, foi campeão na categoria 14MC.
CAMPINAS
No XXVIII Torneio Aberto da Sociedade Hípica de Campinas, encerrado no último domingo, Caio Joaquim Bergamini, conquistou pela 12ª vez no ano o título de campeão, categoria até 10 anos. Caio é o primeiro em ranking da Federação Paulista de Tênis.
OLIMPÍADAS
Terminaram os Jogos Olímpicos de Londres. O Brasil encerrou sua participação na 22ª colocação no quadro de honra, com 17 medalhas: três de ouro, cinco de prata e nove de bronze. As próximas Olimpíadas serão no Brasil, Rio de Janeiro, daqui a quatro anos, os quais passarão voando. Fica a expectativa de como serão os resultados no Rio 2016. Com exceção de alguns poucos esportes, a grande maioria é carente de atletas de ponta, sem falar que alguns, que hoje despontam como tais, estão com certa idade e não mais serão competitivos em 2016. Não se forma um atleta com chance de medalha olímpica em quatro anos. No caso do tênis de campo, nosso melhor jogador é Thomaz Bellucci, que em 2016 terá 28 anos. Tirando Bellucci, a não ser que um fenômeno surja, o que é muito difícil, nossos outros jogadores serão apenas participantes. No tênis feminino a expectativa é ainda mais pessimista. Nossa melhor jogadora hoje é Teliana Pereira, 24 anos e 218ª do ranking mundial. Talvez Beatriz Haddad, hoje com 16 anos, e 477ª do ranking mundial, possa surpreender. Os dirigentes do vôlei devem ter a fórmula do sucesso; estão alcançando ótimos resultados há décadas. Talvez fosse o caso de levar essas pessoas para passarem a “tal fórmula” para os dirigentes dos demais esportes, o que certamente daria bons resultados.
MAIS RICO
Segundo a revista Forbes Brasil, o empresário Jorge Paulo Lemann está empatado tecnicamente com Eike Batista como a pessoa mais rica do Brasil. Eike, com a fortuna de R$30,26 bilhões e Lemann com R$29,3 bilhões. Para quem não sabe, Lemann, além de megaempresário, é também um ótimo tenista. Nascido no Rio de Janeiro e filho de pais suíços, tem dupla cidadania. Campeão carioca e brasileiro inúmeras vezes, foi também campeão mundial de Seniors. Um dos poucos tenistas que defendeu dois países em Copa Davis: Em 1962, a Suíça, em confronto com a África do Sul, e em 1973, representando o Brasil contra a Argentina. Além de todos os negócios que detém (controle da AnBev, maior cervejaria do mundo, rede mundial de lanchonete Burger King, Lojas Americanas e outros), Lemann mantém uma fundação (Fundação Estudar), que ajuda esportistas com bolsas de estudos e também bons estudantes que queiram estudar no exterior. Particularmente, escrevo sobre Lemann com muito carinho, pois ele (pessoa física), em minha carreira de tenista me ajudou muito nas despesas com viagens. A única condição que me pedia em troca era que eu não divulgasse o que fazia por mim.
DICA
Para a execução de um bom “smash” (golpe executado por sobre a cabeça) alguns requisitos são importantes: 1- Ao perceber que a bola está vindo alta, se posicione de lado, de maneira que o ombro do braço que não empunha a raquete fique de frente para a bola; 2- posicione a raquete atrás da cabeça, na altura do pescoço, como se tirasse um telefone do gancho e o colocasse no ouvido. Para o “smash” o movimento é mais curto que o do saque, quando para levar a raquete atrás da cabeça, o jogador deixa a raquete cair e depois subir. Se o movimento do “smash” for longo, muitas vezes não haverá tempo para encontrar a bola no tempo certo; 3- aponte o dedo indicador da mão que não empunha a raquete para a bola, como se fosse uma mira; 4- Imagine a bola como se fosse um prego no ponto mais alto que você possa alcançar e bata na bola da mesma maneira que fosse cravar o prego, na frente do corpo e usando uma pequena quebra de pulso; 5- Se o “lob” do adversário for curto, se antecipe, caso contrário, a bola chegará muito baixa.
CURIOSIDADE
Algumas pessoas têm curiosidade em saber sobre qual seria o significado dos números que alguns fabricantes imprimem em suas bolas de tênis. Quando em bolas da mesma marca e modelo, a numeração nada tem haver com a performance das bolas. Os números servem apenas para diferenciar a bola que você está usando daquela usada por outro jogador na quadra ao lado, no caso dele estar usando a mesma marca de bola. Nos Estados Unidos, é comum existirem várias quadras (4, 5, até 6 quadras) uma ao lado da outra sem que haja um alambrado ou outra coisa que separe uma quadra das outras.