Turbinaram o Papanicolau
Nas células descamadas obtidas por “esfregaços” do colo de útero, patologistas conseguiam detectar, pela sua “aparência” ao microscópio, a existência de câncer e a presença do vírus HPV. Nesta região se deslocam também células da parte mais interna do útero ou endométrio e até células do ovário. Ao estudar os genes do DNA destas células, foi possível detectar em 100% das portadoras, a presença de células cancerosas derivadas do endométrio. E em 40%, das portadoras de câncer de ovário. Assim, amplia-se e otimiza o tradicional exame de Papanicolau e detecta-se os casos precoces com cura a custo baixíssimo para o SUS. As células apresentam 12 genes alterados que denunciam os cânceres. A pesquisa foi publicada na “Science Translational Medicine” por cientistas estadunidenses e brasileiros como Suely Nagahashi Marie, professora da USP.
Você sabia? É lei
As instituições de ensino públicas e privadas devem expedir os diplomas e certificados aos graduados de acordo com a flexão do gênero da pessoa ao designar-se a profissão e o grau obtido. Assim deve-se constar, se for o caso, os termos Mestra, Doutora, Médica, Advogada, Engenheira e outros. A lei 12.605 foi sancionada pela ‘Presidenta’ Dilma em abril passado por projeto apresentado pela Senadora Serys Slhessarenko. O último Censo da Educação Superior no país revelou que 57% dos 6,7 milhões de universitários são mulheres. E tem mais: o artigo 2º da lei indica que pessoas já diplomadas poderão requerer, de graça, nova emissão de diplomas com a correção devida. Não estranhe se encontrar por aí frases como: esta elefanta é residenta deste parque ecológico!
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