BRASIL NA DAVIS
Se, na teoria, a equipe americana iria vencer de forma fácil a equipe brasileira, em confronto pelo Grupo Mundial uintes resultados: Canadá 3 x 2 Espanha; Itália 3 x 2 Croácia; Bélgica 2 x 3 Sérvia; França 5 x 0 Israel; Argentina 5 x 0 Alemanha; Cazaquistão 3 x 1 Áustria; Suíça 2 x 3 Republica Tcheca. Os países mencionados primeiro, jogaram em casa. A Espanha jogou desfalcada de Rafael Nadal, David Ferrer e Nicolas Almagro. A Suíça, de Roger Federer.
BRASIL OPEN
Além da grande procura por ingressos, que acabou gerando um aumento em seus preços, a participação do espanhol Rafael Nadal no Brasil Open de Tênis, que acontecerá no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 11 e 17 de fevereiro, despertou também o interesse de transmissão a três canais de televisão do Brasil: SporTV e Bandsports, que mostrarão ao vivo os 24 jogos da quadra principal, e também da TV Bandeirantes (canal aberto), que transmitirá ao vivo a final de simples, que acontecerá no domingo, dia 17 de fevereiro, às 13h, com compacto das semifinais no sábado à noite. Para quem pretende ir ao Ginásio do Ibirapuera, a programação será : dia 11 e 12 de fevereiro (segunda-feira e terça-feira), 12 jogos; dia 13, quarta-feira, 10 jogos; dia 14, quinta-feira, oito jogos; dia 15, sexta-feira, cinco jogos; dia 16, sábado, quatro jogos, duas semifinais de simples e duas de duplas; dia 17, dois jogos, finais, de simples e duplas. O “ticketsforfun” é um dos sites que está vendendo os ingressos.
RETORNANDO
Depois de pouco mais de sete meses longe das quadras, por contusão no joelho, o espanhol Rafael Nadal retornará nessa semana, no ATP 250 de Viña del Mar (Chile), iniciado ontem. Seu primeiro jogo será, provavelmente, na quarta-feira, contra o vencedor do jogo entre o argentino Guido Pella, 94º do mundo e um jogador vindo qualifying. Rogerio Silva é o único brasileiro na chave do torneio, e na primeira rodada enfrentará o espanhol Albert Ramos, quinto cabeça de chave. Na próxima semana é a vez do Brasil receber o espanhol Nadal. Ele também participará do Brasil Open.
DICA :
Quando estiver perdendo, não tenha pressa em iniciar o próximo ponto. Ao agir dessa maneira, terá a seu favor três fatores importantes que te ajudarão a reverter a contagem desfavorável: 1- Terá tempo para pensar e, assim, descobrir sobre quais seriam os motivos por estar perdendo. 2- Obrigará seu adversário a jogar em um ritmo mais cadenciado, que ele talvez não esteja pretendendo. Muitos jogadores gostam de acelerar o jogo quando estão ganhando. Não caia nessa armadilha. 3- Dará oportunidade, e tempo, para que o adversário pense na contagem. Alguns jogadores não jogam bem quando estão ganhando, pois sentem a pressão, especialmente quando estão vencendo um adversário teoricamente superior a eles. Mas é bom que se saiba que existe um tempo limite, de 25 segundos, entre o final de um ponto e o inicio do outro; portanto, não confunda “diminuir o ritmo”, com “fazer cera”, esta não é permitida. Porém, tratando-se de um jogo no clube e não oficial, onde não há um juiz marcando o tempo... Portanto é bom não exagerar sob o risco de perder o “parceiro” de treino, na verdade, seu adversário.
CURIOSIDADE
O jogo de duplas, pelo confronto da Copa Davis, no último sábado, entre Suíça e República Tcheca, envolvendo os suíços Stanislas Wawrinka e Marco Chiudinelli e os tchecos Thomas Berdych e Lukas Rosol, terminou com vitória dos tchecos por 4/6, 7/5, 4/6, 7/6 e 24/22, teve uma duração de 7h02. É o jogo mais longo na história da Copa Davis e o segundo da história do tênis, atrás apenas do jogo disputado em Wimbledon, em 2010, entre o americano John Isner e o francês Nicolas Mahut, com 11h05. Vale ressaltar que o jogo entre Isner e Mahut, em razão de falta de luz natural na quadra (em Wimbledon, apenas a quadra central, que agora tem teto retrátil, tem luz artificial) e chuva, foi disputado em três dias. Dois brasileiros fazem parte da história da Copa Davis também como recordistas. Em confronto contra a Alemanha, ocorrido em São Paulo, em 1981, Carlos Kirmayr venceu Uli Pinner por 3 sets a 2, sendo que o quarto set, vencido pelo brasileiro por 21 a 19, é o set mais longo na história dos jogos de simples pelo Grupo Mundial, criado a partir do mesmo ano. Gustavo Kuerten (Guga) detém a segunda melhor marca em número de aces em uma partida da Davis, com 47 aces diante do canadense Daniel Nestor, na repescagem do Grupo Mundial, em 2003. Esse recorde pertence ao croata Ivo Karlovic, que em 2009, jogando contra o checo Radeck Stepanek, fez 78 aces, os quais, no entanto, não foram suficientes para conferir-lhe a vitória, acabando derrotado.