Polêmica
Estudante vai à polícia após filmarem seu cão
Uma universitária foi ao Plantão Policial de Bauru anteontem à noite para registrar um boletim de ocorrência por difamação. O registro foi pelo fato de ela ter deixado seu cachorro dentro do carro, o que gerou confusão com outros estudantes. A estudante alega que deixou parte do vidro do carro, que estava estacionado na sombra, aberto, com água e ração no chão do carro do lado do carona e que, além de tudo, avisou o porteiro da instituição de que o cão estava no veículo e que ficaria pouco mais de uma hora ausente.
Segundo ela, o veículo ficou na sombra e com dois vidros abertos. Em seu interior, ela deixou seu cachorro, da raça Yorkshire, usando fraldas. Ao retornar, ela encontrou cerca de oito estudantes em volta do carro e um deles com um celular gravando cenas do cachorro dentro do veículo. A vítima alega que os vídeos foram divulgados em redes sociais, com denúncias que a acusam de maltratar os animais. Ela afirmou que os estudantes a denunciaram para uma ONG, enviando os vídeos e que, ao sair com o carro, eles gritavam e batiam no vidro do veículo.
Jardim Redentor
Boa ação vai parar na delegacia
Pela segunda vez, o jovem Adnan Mateus, 17 anos, encontra uma carteira com dinheiro e documentos. Assim que localizou o objeto, no dia 8 de fevereiro, ele tentou encontrar o dono através das redes sociais e, sem sucesso, entregou a carteira no 2º Distrito Policial (DP), no Jardim Redentor.
Era uma tarde chuvosa quando Adnan estava a caminho de sua casa, no Jardim Flórida, dentro de um ônibus. Ao parar nas proximidades de uma padaria, ele avistou algo no chão: uma carteira contendo dois cartões bancários no nome de Amanda Maria da Conceição, uma CNH no nome de Luiz Gustavo de Macedo Martins e cerca de R$ 345,00 em dinheiro.
“Há pouco mais de seis meses, ele já tinha encontrado uma carteira com dinheiro e documentos também próximo à minha casa. Nós acabamos descobrindo que o dono era um vizinho que morava muito perto. Desta última vez nós tentamos procurar o dono, mas não conseguimos, então entregamos à polícia e registramos boletim de ocorrência”, contou Jorge Terca, pai de Adnan.
O jovem, que estuda pela manhã e durante a noite, além de trabalhar como menor aprendiz durante a tarde, disse estar feliz por ter recebido bons conselhos de seus pais. “São valores que foram passados a mim desde a infância”. Com apenas 17 anos, o seu desejo é de uma sociedade melhor. “Muitos não têm essa prática. Se fosse diferente, o mundo seria bem melhor. É muito importante ter esse pensamento, de fazer sempre o que é correto”.