?Sem viagem
Apesar dos rumores nos corredores da Câmara Municipal e do Palácio das Cerejeiras, prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) garante que não vai para o Uruguai. Segundo ele, existe a possibilidade de viagens para Brasília (DF) e Curitiba (PR). No entanto, neste momento, não há motivos para idas ao Exterior. Aliás, após breve saída no feriado com a noiva, ontem, o chefe do Executivo já estava em Bauru.
?Disponível
O prefeito diz que tudo não passa de boatos criados por pessoas que querem espaço no governo. Segundo ele, quando a história cai na boca de pessoas com um pouco mais de credibilidade, acaba ganhando força. Rodrigo volta a negar que tenha se recusado a atender vereadores, mas argumenta que sua agenda é apertada, principalmente em uma semana curta, como a última. Dificilmente Agostinho procura a imprensa para rebater alguma crítica, mas se tem algo que o incomoda é dizer que não esteve disponível.
?Calma, lá!
Apesar das alegações de Rodrigo, vereadores reclamam que o prefeito anda extremamente irritado e sem qualquer paciência para as demandas apresentadas pelos parlamentares. Um assunto que, no passado, seria relevado por ele, hoje em dia o incomoda bastante. Os aliados mais próximos seriam os principais incomodados desta fase de Agostinho. Como vereador não deveria focar tanto o varejinho, deveriam dar um tempo às miudezas para cobrar o prefeito nas grandes decisões.
?Universidades
Em entrevista à rádio Auri Verde, na manhã de ontem, o deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) criticou a postura das universidades públicas em requerer mais recursos do governo paulista, inclusive para financiar a instalação da Faculdade de Medicina de Bauru, que teria custos de R$ 30 milhões ao ano. No ano passado, a Unesp fechou com R$ 1,4 bilhão em caixa; a USP com R$ 3,4 bilhões e a Unicamp com R$ 1,2 bilhão.
?Exemplos
A dívida da Cohab tem mesmo preocupado os vereadores de Bauru. Raul Gonçalves de Paula (PV) solicitou informações à cidade de Campinas para saber como a Cohab de lá conseguiu resolver seus débitos junto à Caixa Econômica Federal (CEF) e ainda voltar a construir casas populares. Aparentemente, parece que a dívida foi federalizada. "Se é um bom negócio, eu não sei. Mas precisamos buscar alternativas", justifica o parlamentar.
?Auditoria
A partir do dia 15 de abril, começam, na Prefeitura de Bauru, os trabalhos do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Algumas salas do Palácio das Cerejeiras já estão sendo desocupadas para receber o pessoal do órgão. Já foi desocupado, por exemplo, o local onde trabalhavam corretores imobiliários e servidores da Secretaria de Finanças na revisão da planta genérica do município. Na última semana, foi grande a movimentação para o levantamento de documentos.
?Thereza Perlatti
A notícia veiculada na edição de ontem do Jornal da Cidade, sobre a possível suspensão de atendimentos via SUS, do hospital psiquiátrico, em Jaú, mobilizou a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Bauru. Algumas providências devem ser definidas já amanhã pelos vereadores, que não descartam acionar o Ministério Público. A unidade é a única referência para a região de 68 cidades.