Polícia

Polícia registra seis casos de estelionato em Bauru

Marcus Liborio
| Tempo de leitura: 3 min

O plantão permanente da Polícia Civil registrou seis casos de estelionato, nesta segunda-feira (29). Entres as ocorrências, há queixas de movimentação indevida em contas bancárias e cartões de crédito, além de transação comercial particular que não foi concluída.

Em um dos casos, um vigilante de 25 anos alega ter conhecimento sobre a movimentação de diversas folhas de cheques em seu nome, oriundas de uma conta encerrada há cerca de três anos. O valor total dos gastos seria de R$ 1.500,00. Por isso, o vigilante estaria com o nome “sujo” junto ao Serasa.

A vítima ainda afirma que todas as folhas de cheques estão em seu nome, com assinatura parecida com a que ele utiliza.

Em ocorrência parecida, a representante de um condomínio residencial da rua Rio Branco questiona uma agência bancária sobre movimentação irregular de folha de cheque, no valor de R$ 997,00. Segundo a vítima, o cheque teria sido compensado em uma conta corrente que ela desconhece.

A suspeita da empresa é de que a folha de cheque tenha sido clonada.

Conta Poupança

Uma pensionista de 57 anos registrou boletim de ocorrência alegando que quase todo o dinheiro depositado em sua conta poupança teria “desaparecido”.  A vítima afirma que, em 2009, armazenou R$ 2.402.35 na conta, a qual não teria sido movimentada desde então.

No entanto, em março deste ano, após retirar um extrato bancário, a mulher constatou que só havia R$ 19,00 na poupança, tendo ocorrido um saque de R$ 500,00 e quatro débitos de títulos de capitalização.

De acordo com o BO, a pensionista vinha tendo problemas com empréstimos e compras irregulares, até mesmo em outros Estados. A suspeita é de que os documentos da vítima tenham sido clonados.

Cartão de Crédito

Uma auxiliar de limpeza de 35 anos foi vítima de estelionato. Ao receber a fatura do cartão de crédito, no valor de R$ 280,25, ela percebeu que haviam sido efetuadas diversas compras irregulares em seu nome.

A mulher alega que nunca esteve nos estabelecimentos comerciais registrados no histórico da fatura do cartão, que não possuí chip e nem é preciso uso de senha para utilizá-lo.

Aeroporto no Rio de Janeiro

Um homem de 42 anos diz ter sido vítima de uma “transação irregular” após assinar contrato para receber revistas de uma editora de TV, no haal de um aeroporto do Rio de Janeiro.

Ele alegou à polícia que esteve no aeroporto no fim de semana e, antes de embarcar para uma viagem, fechou contrato com a editora. Ao verificar o extrato no banco, o homem constatou que, além do combinado, havia um “débito irregular” de um estabelecimento comercial no qual não esteve, também no Rio de Janeiro.

O valor da transação, segundo a vítima, seria de R$ 599,99, divididos em 10 parcelas de R$ 59,99.

Golpe da moto

Ao entregar R$ 2.300,00 a um comerciante, que prometeu recuperar uma moto que havia sido danificada após um acidente de trânsito, um frentista de 52 anos acabou caindo em um golpe.

Segundo consta no boletim de ocorrência (BO), o filho da vítima teria se envolvido em uma colisão contra um carro, que resultou danos materiais em sua moto. O motorista do veículo ficou de arcar com o conserto da motocicleta, cuja negociação foi assumida por uma terceira pessoa, um comerciante de 35 anos.

Durante a negociação, a vítima entregou a quantia em dinheiro para cobrir os gastos da oficina, mas alega não ter recebido a moto e, por isso, decidiu procurar a polícia.

O caso será investigado.

 


 

Comentários

Comentários