Regional

Botucatu: previsão para mais de duas mil casas para famílias de baixa renda

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

O setor imobiliário em Botucatu está movimentado há pelo menos dois anos. Só para a faixa da população que ganha de zero a três salários mínimos estão previstas mais de duas mil moradias, explica o secretário da Habitação, José Carlos Broto.

“Para atender uma demanda da população com rendimento de zero a três salários mínimos, faixa I do Minha Casa Minha Vida, temos previstas 2.571 unidades, 499 delas em construção com contratos assinados e 2.072 em análise, projetos em trâmite.”

Essas 499 famílias que já assinaram contratos, segundo o secretário, comprovaram que o rendimento familiar é de até R$ 1,6 mil. “Pelo mesmo projeto, faixa II, com rendimentos de três a 10 salários mínimos, temos 2.800 unidades. Metade está em construção, e a outra parte em análise.”

Na linha de habitação popular, Broto enfatiza que há previsão para 230 unidades pela CDHU. “Esses projetos ainda estão em análise. Os interessados nesse tipo de moradia e do projeto Minha Casa Minha Vida são moradores da cidade que ainda não possuíam casa própria”, explica o secretário.

Na opinião dele, o mercado imobiliário de Botucatu está aquecido. “Temos quatro prédios com cerca de 150 unidades cada um em início de obras. Lançamentos. São imóveis na faixa de R$ 300 mil num total de 500 unidades para atender essa faixa da população. Muitos desses compradores são funcionários da Unesp, professores e o pessoal que trabalha lá e mora fora.” 

Broto lembra que, para conseguir a mão de obra necessária para dar andamento às obras, o município ‘importou’ trabalhadores de outras cidades. “Temos mão de obra sim, mas não o suficiente para atender toda essa demanda. A procura por esses profissionais foi além da nossa capacidade.”

 

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