Um funcionário do Centro de Progressão Penitenciária 2 (CPP2/antiga Penitenciária 2) encontrou, anteontem à noite, 281 trouxinhas de maconha, 349 papelotes de cocaína e um comprimido de ecstasy dentro da unidade prisional. Toda a droga estava escondida dentro de um buraco onde também foram apreendidos 24 aparelhos celulares.
Em depoimento no Plantão Policial, o funcionário do CPP2 relatou que foi realizar uma vistoria no fundo do Pavilhão 3 da unidade prisional e notou um buraco no chão, onde havia quase um quilo de maconha, 750 gramas de cocaína e um comprimido de ecstasy.
No mesmo orifício que foi feito aos fundos dessa mesma quadra, o funcionário encontrou 24 aparelhos celulares, 31 baterias, 33 chips e 19 carregadores. Minutos antes da vistoria, um reeducando foi flagrado jogando um aparelho celular com carregador e fone de ouvido pela janela de uma das celas. Os entorpecentes e os eletrônicos foram recolhidos e apresentados à delegacia. Em seguida passariam por perícia.
A reportagem do JC acionou a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) para saber qual o procedimento tomado quando há grandes apreensões como essas em unidades prisionais, mas, até o fechamento desta edição, não obteve resposta dos questionamentos.
Caso recente
No último dia 26 de junho, um reeducando do regime semiaberto do CPP 2 foi flagrado pela Polícia Militar (PM), com maconha e maços de cigarro que, segundo ele mesmo teria confessado, seriam itens de revenda para outros reeducandos.
Malavolta Jr. |
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Funcionário do CPP 2, em Bauru, encontra drogas e celulares na unidade, durante vistoria. |
