Foram inabilitadas as 9 empresas participantes da concorrência pública aberta pelo DAE para implantação da última etapa de interceptores em Bauru. A situação amplia o atraso no cumprimento do cronograma assumido junto ao Ministério Público do Meio Ambiente. A primeira etapa de interceptores, realizada pela empresa Passarelli, tem irregularidades e pendências como a instalação de 1.000 metros de tubos fissurados. A licitação que fracassou, nesta semana, teria o objetivo de completar a rede principal de tubos, obra fundamental para que a futura estação de tratamento de esgoto possa funcionar. A concorrência é para instalar tubos no chamado trecho 2 do Rio Bauru, além de uma parte no Córrego Água Comprida, nas margens direita e esquerda.
Segundo o DAE, foram consideradas inabilitadas todas as propostas após análise dos documentos das licitantes. São elas, a própria construtora Passarelli Ltda (São Paulo) – que já tem pendência com o município, a Stemag Engenharia e Construções Ltda (São Paulo), e Goetze Lobato Engenharia Ltda. (Curitiba). Estas não atenderam a exigência do edital referente a execução da pavimentação asfáltica com base de solo cimento. Já as empresas Amaralina Construções e Empreendimentos Ltda (Marília), Rual Construções e Comércio Ltda (São Paulo), Nassif Engenharia Ltda (Bauru) e Telar Engenharia e Comércio Ltda (São Paulo), além do descumprimento do item já mencionado, não atenderam outras cláusulas. A H.Aidar Pavimentação e Obras Ltda. (Bauru), não comprovou a execução do serviço por Método Não Destrutivo Tunnel Liner na certidão de acervo técnico e a empresa Melhor Forma Engenharia Ltda apresentou qualificação econômica financeira incompleta. O DAE abriu prazo de cinco dias para recurso pelas interessadas.