A tripulação da Gol seguiu a lei ao pedir atestado médico à família da coreógrafa Deborah Colker, disse ontem o SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas). Na última segunda-feira, funcionários da Gol questionaram a possibilidade de o neto de Colker, que tem uma doença rara - não contagiosa - que provoca erupções na pele, voar.
Deborah estava com a família já dentro do avião, um comissário lhes exigiu um atestado para permitir a permanência do menino no avião. A tripulação pediu um atestado que comprovasse que a doença do neto de Colker não era infecciosa. Deborah reclamou da abordagem feita, segundo ela “nitidamente discriminatória, preconceituosa”.