Aceituno Jr. |
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Atrás: Eduarda Mota, Rodrigo Venegas, Lara Nogueira e Giulia Barbollotto; à frente: Giulia Bartollotto, Maria Fernanda Freitas com o cão Nino e Isabel Venegas |
Doces ou travessuras? Há exatamente três anos, é com esse espírito que a família Freitas, que reside no Residencial Villagio I, transforma a casa em um verdadeiro ponto de encontro para as crianças celebrarem o Dia das Bruxas, comemorado ontem.
Os pais disseram que a ideia surgiu da própria filha, Maria Fernanda, de 9 anos, que estuda em uma escola bilíngue e resolveu trazer para casa essa tradição norte-americana.
A residência virou um cenário com direito a uma decoração temática. Abóboras, bruxas e objetos assustadores foram espalhados pela casa.
As crianças aproveitaram para deixar a imaginação fluir e andaram fantasiadas pelo condomínio. Em meio a essa brincadeira, até o cachorro de estimação da família não escapou: Nino, um shitzu de apenas 5 meses, também ganhou um visual todo especial para a festa.
Origem
Para entender de onde surge o Halloween, é necessário fazer uma viagem no tempo. Em meados do segundo milênio antes de Cristo, os celtas surgiram na Europa Central e difundiram sua religião, uma das mais antigas do mundo. A raiz filosófica-espiritual era baseada na reverência a duas grandes divindades: a Deusa-Mãe e o Deus Cornífero.
Acreditava-se que esses deuses garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso da guerra. Os druidas, praticantes da religião celta, ensinavam a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça, entre outras coisas.
Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte mágica. Eles também eram versados em muitas artes de adivinhação, acreditavam na comunicação com os espíritos da natureza e na previsão do futuro.
Daí surge a ideia de bruxaria, práticas intermediárias entre o plano dos deuses e dos homens. As produções literárias têm seu pé nessa cultura.
Muitas bruxas retratadas nos contos de fadas são personagens com poderes especiais, capazes de feitos inacessíveis a pessoas comuns e, por essa razão, muitas vezes representadas como aterrorizadoras.
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