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Peritos acham marcas de tiros em creche onde DG foi encontrado

Folhapress
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O delegado Gilberto Ribeiro, que investiga a morte do dançarino Douglas Silveira, 26 anos, o DG, acredita que houve uma troca de tiros no local onde o corpo de DG foi encontrado morto.

DG foi encontrado na semana passada, em uma creche no Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, zona sul do Rio.

Peritos da Polícia Civil do Rio acharam marcas de tiros nas paredes da creche onde o dançarino estava caído. Os peritos ainda encontraram munição de calibre ponto 40.

Essas munições serão confrontadas com as armas dos 10 policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) que foram apreendidas pela polícia. Ainda foram encaminhados 50 projéteis das armas dos PMs que serão comparados com a munição encontrada na favela. Há previsão para que a perícia seja concluída em 30 dias.

DG, como era conhecido, foi encontrado morto com um tiro nas costas. O caso provocou um protesto nas ruas do Rio.

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