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Rio reforça PM e amplia oferta de trens contra greve dos rodoviários

Folhapress
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Para evitar a repetição do caos provocado pela greve dos motoristas e cobradores de ônibus na semana passada, a Prefeitura do Rio e a Secretaria de Segurança preparam um plano de contingência para a nova paralisação de hoje.

A Polícia Militar deverá reforçar o efetivo junto nas garagens e principais pontos de protesto dos rodoviários dissidentes, mas prometeu não divulgar detalhes da operação por uma questão de estratégia.

A prefeitura, porém, ignorou o segredo e divulgou que a PM vai garantir a segurança na saída das garagens dos quatro consórcios, nas estações do BRT Transoeste e nos terminais de ônibus para aqueles que optarem por não aderir à paralisação. Agentes da Guarda Municipal e controladores de trânsito reforçarão a operação nas ruas.

O plano da administração carioca inclui basicamente os trens urbanos, administrados pela Supervia, o metrô, as barcas e linhas rodoviárias consideradas essenciais.

Os trens da Supervia terão o horário de pico - em que a oferta de trens é a maior ao longo do dia - antecipado em uma hora e meia: desde as 4h30 de hoje a Supervia vai operar com força máxima. À tarde, dependendo da demanda, o volume de trens disponíveis será mantido como em horário de pico se houver demanda.

No caso do metrô, o intervalo reduzido entre as composições característico do horário de pico será antecipado em uma hora - a partir das 5h30. À tarde, o prolongamento do horário de pico poderá ocorrer se houver demanda.

Sem acordo

Motoristas e cobradores  de ônibus decidiram nesta segunda-feira, 12, fazer uma nova greve de 48 horas, a partir da meia-noite. A decisão foi tomada após uma audiência de conciliação promovida no Tribunal Regional do Trabalho, no centro do Rio, em que não houve ajuste entre as partes. Cerca de 1,8 milhão de pessoas utilizam diariamente os ônibus municipais do Rio.

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