Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 2 min

FINAL ANTECIPADA EM BH
Já disse que não tenho medo dos alemães, embora eles sejam tricampeões - 1954, 1974 e 1990. Meu medo é da Argentina, apesar da freguesia, e principalmente da Holanda. Mas o duelo desta tarde em Belo Horizonte não deixa de ser uma final antecipada. Juntas, as seleções do Brasil e Alemanha conquistaram oito Mundiais, no entanto, o confronto é apenas o segundo entre as duas grandes potências. No único jogo pela festa máxima do futebol, o Brasil venceu e conquistou o penta (ler memória). Antes da Copa do Mundo do Brasil começar, a Alemanha era apontada como principal favorita, por atravessar ótima fase e ter um futebol bem organizado e definido pelo técnico Joachim Löw. Porém, isso não significa que a equipe germânica enfrenta o time brazuca com o favoritismo a seu favor. Afinal, Schweinsteiger e sua turma não estão com essa bola toda, como mostraram no decorrer da competição, exceto na estreia, quando arrasaram Portugal. Além disso, nossa Seleção tem muito mais tradição e joga em casa. Na sua melhor exibição, contra a Colômbia, o diferencial dos brasileiros foi a marcação e essa é a especialidade dos alemães. Por isso, o jogo promete ser muito equilibrado, sem favorito.

Julio Cesar; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho, Oscar e Willian; Hulk e Fred. Acho que é esse o time brasileiro para encarar os alemães no Mineirão. Sou mais Willian (substituto de Neymar) do que Paulinho e Bernard. E continuo achando que Hernanes não pode ficar de fora.

APITO INIMIGO
Marco Rodríguez dirigiu o jogo que ficou marcado pela mordida de Luis Suárez. Só esperamos que na semifinal de hoje, esse árbitro mexicano não seja banana como o espanhol da partida de sexta-feira. Além de Neymar, Hulk sofreu entrada criminosa. Os lances eram para cartões vermelhos, mas não foi mostrado nem o amarelo. Contra o Chile o juizão não marcou pênalti legítimo em Hulk, e anulou gol do nosso atacante. E os estrangeiros ainda acham que o Brasil conta com o apito amigo.

MEMÓRIA
Final da Copa do Mundo de 2002: Brasil 2 x 0 Alemanha, em Yokohama (Japão), gols de Ronaldo. Árbitro: Perluigi Collina. Público: 73 mil. Brasil: Marcos; Lúcio, Edmílson e Roque Júnior; Cafu, Kléberson, Gilberto Silva, Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Roberto Carlos; Ronaldo (Denílson) e Rivaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari. Alemanha: Kahn; Linke, Ramelow e Metzgelder; Frings, Hamann, Jeremies (Asamoah), Schneider e Bode; Neuville e Klose (Bierhoff). Técnico: Rudi Voller.

AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço Luiz Maffei, Alexandre, galera da ?Terça com Samba? e todos do Jeribá.

Comentários

Comentários