O dentista que há 25 anos atendia o ex-governador Eduardo Campos e sua família voltou de São Paulo sem conseguir ajudar na identificação dos corpos das sete vítimas.
Fernando Cavalcanti passou apenas um dia em Santos (SP) porque não era possível identificar os corpos pelas arcadas dentárias. Segundo o dentista, os corpos estavam pulverizados.
“Foi impossível identificar porque não tem arcada. Só o exame de DNA vai efetivamente fazer a comprovação de quem é quem pelo estrago em que estavam os restos mortais”, afirmou o dentista antes de entrar na casa do ex-governador para cumprimentar a viúva, Renata Campos.
O estrago foi muito grande, disse Cavalcanti. “A explosão foi muito grande. Você não consegue determinar qual é Eduardo, qual é o piloto, qual é o fotógrafo”, afirmou. Segundo ele, restos dos se espalharam por 15 casas.