Regional

Iacanga: polícia encontra arma usada em homicídio

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Divulgação/PM

Pistola calibre 765 estava enterrada em um terreno baldio

Após denúncia, as Polícias Civil e Militar de Iacanga (50 quilômetros de Bauru) apreenderam na tarde desta quarta-feira (20) a pistola calibre 765 que pode ter sido usada para matar Anderson Miranda Ramos, de 31 anos, no dia 28 de janeiro. O crime foi esclarecido na semana passada e o autor e o comparsa dele estão presos temporariamente (leia abaixo).

A pistola da marca Taurus, com numeração raspada, que estava desmuniciada, foi localizada pelos policiais enterrada em um terreno na rua Abílio Ticianelli, no parque Primavera II, por volta das 15h30.

Segundo a Polícia Civil, testemunha viu quando duas pessoas foram até o local, enterraram saco preto próximo a uma árvore e disseram que, dentro dele, estava “a arma que matou o cara no posto 3M”.

A pistola foi apreendida e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC) em São Paulo, onde será feita confrontação com as cápsulas localizadas no local do crime e projéteis retirados do corpo da vítima.

Relembre o caso

Anderson foi assassinado com três tiros à queima-roupa quando dormia em seu carro, em um posto de combustível no quilômetro 400 da rodovia Cezário José de Castilho (SP-321), a Bauru-Iacanga.

As investigações apontaram que o autor do homicídio foi Raul de Campos Roma, 23 anos, ex-namorado de uma jovem de 18 anos com quem a vítima estaria mantendo um relacionamento amoroso.

De acordo com o delegado César Ricardo do Nascimento, responsável pelo expediente de Iacanga, logo após o crime, o acusado fugiu em uma moto conduzida pelo amigo C.R.B.M., de 20 anos.

Na última sexta-feira, C.R.B.M. confessou que levou o amigo de moto até o posto no dia em que Anderson foi morto e teve a prisão temporária decretada por trinta dias. Raul também teve a prisão decretada e, na segunda-feira de manhã, apresentou-se espontaneamente na delegacia de Campo Mourão, no Paraná.

Divulgação/Civil

A pistola foi apreendida e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC) em São Paulo

 

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