É um erro grave a manutenção no cargo executivo (presidente, governador e prefeito) do postulante à reeleição, durante a fase eleitoral. Isto precisa ser corrigido. Tornam-se, durante o período que antecede as eleições, sob os mais diversos pretextos, um dispêndio exagerado devido às constantes visitas às obras, numa desleal vantagem em relação aos demais concorrentes ao cargo. Licenciar ou pedir demissão seria o correto, mas no Brasil impera a Lei de Gerson.
l Humberto Schuwartz Soares
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