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Procon-SP pede esclarecimentos ao parque Hopi Hari após arrastão

Folhapress
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O Procon encaminhou uma notificação para que o Hopi Hari preste esclarecimentos sobre o arrastão que deixou seis pessoas feridas, na quarta-feira (24), nas dependências do parque, em Vinhedo (a 79 km de São Paulo).

Entre os questionamentos do órgão estão a quantidade de seguranças disponíveis no parque e imediações, se há funcionários treinados para situações como as de quarta e quais providências foram tomadas após o crime (tanto em relação à segurança quanto em relação à assistência às vítimas).

O arrastão foi feito por um grupo de jovens que pagou ingresso e estava dentro do parque - passaporte custa R$ 79, se comprado antecipadamente, ou R$ 89 no local. Segundo a Polícia Civil, um rapaz de 17 anos foi apreendido em flagrante com um boné e um celular furtados.

A ação provocou tumulto entre os visitantes, a maioria jovens que estavam no parque devido ao "Hora do Horror" - principal evento anual do parque, que começou em 15 de agosto e vai até 2 de novembro.

Segundo o Procon, o parque tem sete dias para responder ao órgão e, se ficarem comprovadas irregularidades, a empresa poderá ser penalizada com multa, que deverá ser determinada de acordo com a gravidade do problema.

O Hopi Hari foi procurado por telefone na noite desta quinta (25), mas ninguém foi encontrado para comentar a notificação. Na quarta, o parque já havia informado, em nota, que "o seu efetivo de segurança é dimensionado de acordo com sua previsão de público".

O parque afirmou ter sido "surpreendido por uma situação atípica e pontual, em que um grupo de visitantes veio com o único e exclusivo propósito de causar perturbações aos demais". O parque disse também "que adotou todas as medidas necessárias a partir desta constatação, para garantir a diversão em um ambiente seguro."

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