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Polícia agirá com rigor sobre manifestação na Abril, diz Alckmin

Por Gustavo Uribe | Folhapress
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), avaliou neste domingo (25) como um "absurdo" a manifestação de sexta-feira (24) em frente à Editora Abril que acabou em depredações e pichações.

O tucano criticou todas as formas de "intimidação" à atividade da imprensa e afirmou que a Polícia Civil agirá com "rigor" na identificação dos autores dos atos de vandalismo.

"Foi um absurdo. São Paulo não tolera autoritarismo e vandalismo", disse. "Eu quero deixar claro a minha manifestação de repúdio a toda forma de intimidação", acrescentou.

A manifestação em frente à Editora Abril foi realizada pela UJS (União da Juventude Socialista), que apoia Dilma, e promovida após a revista 'Veja', publicada pelo grupo, ter divulgado depoimento do doleiro Alberto Youssef segundo o qual a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção da Petrobras.

A presidente negou a acusação e repudiou o ato da juventude socialista. Neste sábado (25), o PT ganhou direito de resposta na publicação em decisão liminar da Justiça Eleitoral. A Veja anunciou que já recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O governador de São Paulo votou nesta manhã em um colégio da zona sul de São Paulo.

Ele disse acreditar que o bom desempenho de Aécio Neves (PSDB) no debate da TV Globo, na sexta-feira (24), tem causado uma "onda de chegada" favorável ao tucano neste domingo de eleição.

"Essa onda de chegada é a onda do Aécio Neves. As pesquisas já deram uma subida. E o efeito do último debate vai se completar hoje", disse.

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