Arquivo/João Rosan |
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“É uma oportunidade única, chegar a um lugar onde não chegamos”, destacou o ala Gui |
Dois jogos que valem a consagração. Em busca de um feito inédito para o basquete bauruense, o Paschoalotto/Bauru já está no Rio de Janeiro, onde disputa, a partir de amanhã, o Final Four da Liga das Américas. O primeiro adversário é o argentino Peñarol, a partir das 18h. Em caso de vitória, o time define o almejado título no domingo contra o ganhador de Flamengo x Pioneros de Quintana Roo, do México, que ocorre na sequência da semifinal do Bauru.
O sonho do Paschoalotto é vencer a Liga das Américas, unificar os principais títulos do basquete latino-americano – é o atual campeão da Liga Sul-Americana – e garantir vaga na Copa Intercontinental contra o campeão da Euroliga. Todos no Paschoalotto sabem da dimensão que o título da “Libertadores” do basquete traria para a equipe e cidade de Bauru. “É um momento decisivo para nós, a gente esperou muito por isso. É uma oportunidade única, chegar a um lugar onde não chegamos. Estamos 100% focados para este objetivo mágico em nossas vidas”, analisa Gui.
O ala é o único jogador que se mantém no projeto Bauru Basket desde o início e destaca o momento especial. “Eu estive do outro lado, na arquibancada, torcendo muito. Agora estou vivendo e participando disso com a maior alegria do mundo. Não tem preço o sentimento de poder estar em quadra e talvez realizar um sonho, que é ser campeão da Liga das Américas”, comenta.
O time chega ao Final Four invicto, com seis vitórias, mas os jogadores destacam que, além do bom preparo tático, técnico e físico, será preciso superação. Dos quatro finalistas, Bauru é o único que ainda não levantou o troféu. O pivô Rafael Hettsheimeir, com mais de uma década de experiência no basquete espanhol e que já defendeu a seleção brasileira em torneios internacionais, aponta atitude, foco e garra como fundamentais. “Não tem fórmula. É chegar lá e jogar com raça, coração. São jogos definidos nos detalhes.”
