? Entendimento
A manchete de hoje do JC destaca o acordo final para uma ampla e complexa busca de solução para uma questão fundiária urbana na região sul da cidade, ao longo do eixo da rodovia Bauru-Ipaussu. O entendimento que envolveu Procuradoria Federal, Advocacia Geral da União, proprietários de lotes e glebas, prefeitura e União resultará em duas novas avenidas a facilitar o trânsito daquela região, um parque municipal e a reserva de área para uma ampla unidade administrativa de órgãos federais. Assim, é vencida mais uma barreira ao desenvolvimento da cidade, observando-se todas as leis e regras urbanísticas e ambientais. Que seja uma constante.
? Depois da sessão
Havia a expectativa de que o prefeito Rodrigo Agostinho anunciasse o reajuste da tarifa de água em Bauru até o final da semana que passou. Ele alega, no entanto, que ainda vai se reunir com o DAE mais uma vez antes de bater o martelo sobre o percentual (que deve girar em torno dos 35%). O comentário dos corredores dá conta de que o prefeito deixou para publicar o decreto só na terça-feira, depois da próxima sessão da Câmara Municipal.
? Batata de saída?
E o processo de desgaste do PT parece não cessar. São fortes os rumores de que o ex-vereador José Carlos Batata estaria de malas prontas para o PMDB ou PSB. E ontem, o dirigente João Félix afirmou à coluna que nenhum filiado do PT negocia eleição em nome da legenda, pois há uma comissão eleitoral em formação, esta sim com autoridade para tal.
? Sonho de inverno
A Câmara Municipal sinalizou, mais uma vez, que trata as leis orçamentárias da cidade como peças de ficção. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 foi aprovada, na última semana, com 18 emendas de autorias de vereadores. Elas versam sobre temas variados, mas algumas são extremamente específicas e restritas a ações em determinados bairros ou regiões da cidade. O problema maior, no entanto, é que as ?sugestões? não apontam a origem do dinheiro para viabilizar as ações.
? Esperança renovada
Foram retomadas as obras de uma creche na Pousada da Esperança. A construção havia sido interrompida devido ao atraso de repasses federais ao município. O dinheiro ainda não chegou, mas a Caixa Econômica Federal autorizou que a administração utilizasse verbas oriundas de rendimentos da conta bancária do contrato para acertar os pagamentos à empresa que faz o serviço, já executado em 85%.
? Associações no foco
O governo está empenhado em propor uma lei que autorize parcerias e incentivos da prefeitura a associações de moradores de bairros da cidade. Pelo menos é o que espera o vereador Markinho da Diversidade (PMDB), que chegou a convocar uma audiência pública para discutir o tema, envolvendo as secretarias de Obras, Administrações Regionais e Negócios Jurídicos. Durante esse encontro, inclusive, o vereador Roque Ferreira (PT) fez ponderações sobre a iniciativa, dizendo que o essas entidades, muitas vezes, perdem suas identidades. "Só se faz sentido ter uma associação no bairro se ela for independente de interesses político-partidários".