O ex-judoca bauruense Mário Sabino será o técnico da seleção brasileira masculina de judô no Mundial Universitário de Gwangju, na Coréia do Sul. A competição, mais conhecida como Universíade, reúne atletas de diversas modalidades a cada dois anos, sendo que o pré-requisito é que eles estejam cursando ou já tenham cursado algum curso universitário.
O Brasil vai com sete judocas no masculino e outros sete no feminino. A delegação brasileira se dividiu para as competições do mês de julho, pois além da Universíade, haverá ainda os Jogos Pan-Americanos, em Toronto (Canadá), e o Grand Slam de Moscou.
Na Universíade, Sabino aponta que o nome com mais chances de medalhas no masculino é Felipe Pelin, na categoria até 60 kg. Entre as mulheres, o bauruense cita Eleudes Valentim, na categoria até 52 kg. “Em 2013, na Rússia, o judô foi a modalidade que mais trouxe medalhas para o Brasil. Agora estamos indo com uma equipe mais jovem, até pensando no futuro, principalmente nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020, mas podendo ter bons resultados”, comenta Mário Sabino. “Eu mesmo lutei na Universíade, foi em 1995, no Japão, e conquistei a medalha de prata. É uma experiência muito boa para os jovens atletas”, recorda.
Em Bauru, Sabino é também treinador da Associação Bushidô, no Núcleo Mary Dota, que desenvolve trabalho com jovens, e também com alguns no alto rendimento.