| Jonne Roriz/Exemplus/COB |
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| A bauruense Luíza Carvalho (2ª a partir da esq.) comemora com as companheiras de seleção a conquista da medalha |
A primeira medalha conquistada nas piscinas pelo Brasil em Toronto nesta terça-feira (14) não envolveu só natação, mas também bola e muito contato físico. Afinal, a seleção brasileira feminina de polo aquático garantiu a medalha de bronze ao vencer Cuba por 9 a 6, na disputa pelo terceiro lugar. O time conta com a bauruense Luíza Carvalho, que atuou, nessa terça, na decisão.
Esta foi a quinta vez que brasileiras e cubanas decidiram o bronze pan-americano. O Brasil vai levando a melhor. Ganhou também em 1999 (9 a 4), em 2003 (6 a 5) e 2011 (9 a 8). Perdeu apenas no Rio, em 2007, quando levou 6 a 5 em casa.
Na decisão do bronze, o primeiro quarto acabou sendo decisivo. Afinal, foi na primeira parte da partida que o Brasil abriu 2 a 0. Depois, todos os quartos foram equilibrados. A vantagem seguiu de apenas dois gols até o início do último quarto, quando o placar apontava 6 a 4. Aí, houve espaço para o Brasil ampliar o resultado.
Iza Chiappini, de apenas 19 anos, que estuda e joga por uma universidade dos Estados Unidos, foi disparada a melhor da partida. Dos nove gols brasileiros, seis foram marcados pela menina, filha do assistente técnico da equipe, Roberto Chiappini, que já comandou a equipe e hoje auxilia o canadense Pat Oaten.
Masculino
A última vez que o Brasil conquistou a medalha de ouro no polo aquático dos Jogos Pan-Americanos foi em 1963, em São Paulo. Agora, após 52 anos, a equipe masculina encontra o mesmo adversário, os Estados Unidos, nesta quarta-feira (15), às 21h, em Toronto, no Canadá, para tentar quebrar o jejum.
