Há cerca de uns 500 anos mais ou menos, havia livros que eram proibidos pela Igreja, considerados pagãos e hereges, livros que constavam na lista de livros proibidos (Index Librorum Prohibitorum).
Hoje não há proibição, mas também não há incentivo, ninguém vai te proibir, mas também não vai incentivar. O livro é um dos meios mais antigos de se narrar algo, fora é claro da comunicação oral. O que acontece é que precisamos criar o hábito da leitura, a princípio no seio familiar.
Não é necessário ter um passado esplendoroso no mundo da leitura como experiências na infância com Monteiro Lobato ou coleção Vagalume. O que importa é descobrir esse mundo. Um mundo que pra mim foi tentado com o Xangô de Back Street, do Jô Soares, mas sem sucesso. A primeira obra completa foi a Pata da Gazela, de Aluizio de Azevedo, depois me embalei impulsionado pelo cursinho pré-vestibular e acabei abraçando este mundo.
Esse é um vício que podemos chamar de “vício do bem”, um que marca, que deve ser recomendado, como um filme ou CD. E para encerrar, o mais apaixonante num livro é a palavra que move nossa imaginação. Leie, presentei e incentive a leitura! Quem sabe se a leitura aumentar o preço não diminua...