Grupo 1
Santos Botafogo Linense São Bento Oeste
Grupo 2
Palmeiras Ponte Preta Ituano São Bernardo Novorizontino
Grupo 3
São Paulo XV de Piracicaba Osasco Audax Capivariano Ferroviária
Grupo 4
Corinthians Red Bull Brasil Mogi Mirim Rio Claro Água Santa ou Mirassol
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Mesmo a contragosto, os clubes considerados pequenos do futebol paulista tiveram de engolir a mudança no regulamento que determinará o rebaixamento de seis equipes no próximo Estadual. Para completar, os clubes não poderão contratar um treinador que já tenha trabalhado em outro time durante o torneio e só poderão inscrever 28 atletas.
As regras foram definidas nessa quinta-feira (5), numa longa reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF). Também foram definidos os grupos do campeonato que começa em 31 de janeiro e termina em 8 de maio (veja abaixo) e praticamente selado a exclusão do Água Santa da Série A1.
O time de Diadema subiu em campo, mas seu estádio, que está em reforma, não comporta dez mil pessoas, como exige o regulamento. O clube teria até a meia-noite desta quinta para comprovar a capacidade. Do contrário, quem sobe é o Mirassol.
Como no ano passado, na primeira fase os times de um grupo enfrentam os dos outros (as equipes da mesma chave não se enfrentam). Classificam-se os dois primeiros de cada chave. As quartas de final e a semifinal serão disputadas em jogo único e a decisão do título, em duas partidas.
A queda de seis times, com dois subindo da A2, foi determinada para que o Paulistão tenha 16 equipes a partir de 2017. Isso atenderá ao interesse da televisão, fato admitido indiretamente pelo presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos. “Com menos clubes o campeonato se torna mais atrativo. Podemos apresentar um produto melhor para o torcedor e para o mercado”, disse. Bastos garantiu que o principal motivo para a redução foi diminuir o número de partidas sem interesse.
A proibição dos clubes trocarem treinadores entre si durante o campeonato - quem dirigir um time não poderá assumir outro - depende de parecer do departamento jurídico da FPF, por mexer com relações trabalhistas.
| Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo |
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| O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos (esq.) e o vice Fernando Soleiro, durante a reunião de ontem |
