Caros leitores desta conceituada Tribuna. Compactuo com o missivista Wilson Roberto Mantovani, e vou além, pois no momento não estamos enfrentando só a falta de asfalto, e sim uma infinidade de problemas em nossa amada Bauru, que aliás deve ser amada pura e exclusivamente pelos munícipes. Tenho certeza de que os administradores estão andando e ... para a cidade de um modo geral, haja vista que na foto publicada pelo JC com o nosso digníssimo prefeito apontando a altura que chegou a água, ele está simplesmente sorrindo como se fosse lindo e maravilhoso ver a desgraça dos outros.
Digo todos dias para as pessoas que nos cercam que os políticos, de um modo geral, não só os de Bauru, riem em nossa cara sem nenhum pudor, pois acham que somos um povo que não liga ou não percebe as sacanagens que fazem no dia a dia (pena que não posso provar). Mas logo teremos eleições. E pelo pouco que entendo, é preferível deixar a cidade ao “Deus dará”, pois é cômodo decretar estado de calamidade ou de emergência para conseguir verbas para serem usadas sem a necessidade de se fazer concorrência pública e também não há interesse em resolver os problemas em definitivo, porque aí a barganha acabaria.
Por que será que até hoje não resolveram os problemas de inundação da avenida Nações Unidas? E a execução de calçadas em vários pontos desta avenida tão importante? Estes são apenas exemplos!
Voltando ao assunto Carnaval, também acho que é uma festa popular e ela deve acontecer, afinal faz parte da cultura e tradição do povo brasileiro. Então, já que temos o Sambódromo e ele está lá para ser usado para os desfiles da festa popular, que usem e que o façam com recursos próprios! E o farão da melhor maneira possível, pois criatividade não falta para os carnavalescos. E que a administração central possa aplicar estes recursos para o que for necessário para melhorar a estação de captação de água, aplicar no projeto de escoamento de água da avenida Nações Unidas, aplicar nos trabalhos de tapa-buracos, que aliás são muitos e em todos os lugares.
Enfim, que a administração pública aplique onde realmente é necessário, e ela mais do que ninguém sabe aonde é, pois se isto não acontecer a cidade continuará uma calamidade. E só lembrando: ano passado tínhamos bombas e não tínhamos água, agora temos água e não temos bombas! Até quando, senhor prefeito?
Atenciosamente