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| Atriz Mel Lisboa vive Rita em musical: expressiva |
Bauru recebe, nesta sexta-feira (19) e sábado (20), “Rita Lee Mora ao lado – O Musical”. A atriz Mel Lisboa encarna a rainha do rock nacional em sessões às 20h30 no Teatro Municipal. Revelada na minissérie “Presença de Anita”, Mel cantará alguns dos sucessos de Rita e até músicas menos conhecidas.
São, ao todo, 39 canções no espetáculo, que conta com grande elenco. Atores também representam personagens que marcaram a carreira de Rita de alguma forma.
Portanto, além de ver Rita em Mel, o público também se deparará com caracterizações de Tim Maia, Ronnie Von, Hebe Camargo e outros tantos.
Serviço
“Rita Lee Mora ao lado – O Musical”. 19 e 20 de fevereiro, às 20h30, no Teatro Municipal de Bauru. Promoção: Jornal da Cidade. Pontos de venda: Bruna Semi-Joias, Deko Colchões, Roth Store. Venda online: https://www.megabilheteria.com. informações: (14) 3021-1511 (leia mais abaixo).
21 discos de Rita Lee numa única caixa juntam relevância e irreverência
| Divulgação |
| Disco do primeiro solo, “Build Up”, em 1970 |
Rita Lee presa numa caixa. De tão libertária, difícil de acreditar. Mas aconteceu. São 21 discos da cantora e compositora em caixa de luxo da gravadora Universal.
O pacotão abrange desde o primeiro voo solo fonográfico pós-Mutantes, “Build Up” (1970) até “Rita Lee MTV Ao Vivo” (2004).
Para quem ainda acha que o rock brasileiro surgiu nos anos 80, fica uma dica: ouça o CD “Fruto Proibido”, de Rita com grupo Tutti Frutti (1975).
É o segundo disco dela com a banda e, em 2007, foi escolhido, entre 100, o 16º melhor álbum brasileiro da história em lista da revista Rolling Stone. Dois grandes sucessos estão neste disco: “Ovelha Negra” e “Agora só falta você”.
Mas outros da fase setentista também são joias da discografia nacional e, alguns, nem tão badalados, como “Entradas e Bandeiras” (forte trabalho de 1976, também com Tutti Frutti).
Transições
Os discos de Rita trocam a pegada “rock” por uma vertente bem mais pop a partir de 1979 – com a saída da banda e a entrada do guitarrista e marido Roberto de Carvalho, além da inclusão de sintetizadores. São do disco de 79 dois superhits: “Mania de Você” e “Doce Vampiro”.
“Flerte Fatal”, de 1987, fez muito sucesso com músicas “Pega Rapaz” e “Bwana”. Em “Zona Zen” (1988), destaque para a delicada “Livre Outra Vez” – que merecia melhor sorte nas paradas, apesar de tido seu espaço radiofônico na época.
Mesmo em trabalhos inferiores aqui e ali, uma coisa é certa: Rita nunca canta mal. E, assim, está marcada na história: tão irreverente quanto competente. Com mais altos do que baixos, sempre uma Rita relevante.
Você sabia?
A caixa traz, ainda, o inédito CD “Pérolas” com gravações nunca lançadas em álbum dela, mas que entraram em filmes, novelas e publicidade.
