| Leonardo Benassatto/Reuters |
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| Neymar e colombiano Dorlan Pabon |
Além da vitória por 2 x 0 sobre a Colômbia que deu à seleção brasileira a vaga na semifinal do torneio de futebol da Olimpíada Rio 2016, os jogadores do Brasil também comemoram o triunfo sobre a catimba da seleção colombiana, que chegou a abusar das jogadas violentas na noite de sábado na Arena Corinthians.
"Bateram muito. O critério deles era bater, mas soubemos ficar tranquilos", disse o atacante Gabriel Jesus após a partida em São Paulo.
A partida, vencida pelo Brasil com gols de Neymar e Luan, chegou a ficar parada cerca de dois minutos no final do primeiro tempo, por conta de um desentendimento entre jogadores titulares e reservas das duas equipes, após uma entrada dura em Neymar, seguida por uma falta também forte cometida pelo atacante brasileiro.
"Eles (colombianos) queriam desestabilizar o nosso time. No início, a gente entrou um pouco no jogo deles, depois a equipe se estabilizou", avaliou o meia Renato Augusto.
"O segundo tempo foi mais brigado, mas mais na bola", completou.
Principal estrela da seleção brasileira e um dos nomes mais famosos da Olimpíada, Neymar foi um dos maiores alvos dos colombianos, sofrendo uma sequência de faltas no final da primeira etapa, após o tumulto entre as duas equipes.
"Isso é normal, o Neymar vai ser sempre caçado. Dentro de campo, principalmente", comentou o zagueiro Rodrigo Caio. "É um jogador diferente", acrescentou.
"Não acho que bateram por deslealdade. Uma ou outra jogada um pouco mais forte que poderia ter sido evitada. Mas a gente manteve o foco. Tem que dar o mérito para os jogadores."
Para o meio-campista Wallace, que voltou a ser titular depois de começar a partida contra a Dinamarca, Neymar também soube usar a experiência diante da catimba dos colombianos.
"Eles queriam nos desconcentrar. Acho que o nosso time foi bem maduro e não deixou isso acontecer", disse.
"O Neymar foi experiente, cavando algumas faltas também."
A seleção brasileira volta a campo na Rio 2016 na quarta-feira para enfrentar Honduras, no Maracanã, por uma vaga na final olímpica, que pode dar ao Brasil a inédita medalha de ouro no futebol.
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