| Douglas Reis |
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| O prefeito Rodrigo Agostinho na escola Ernesto Monte: ele diz pretender fazer “boa transição” |
Prefeito aguarda decisão do PMDB sobre 2º turno
Próximo de encerrar seu segundo mandato de prefeito, Rodrigo Agostinho vai seguir a decisão do PMDB no que diz respeito ao apoio a Gazzetta (PSD) ou Raul (PV) no segundo turno.
“Vamos ouvir a militância e discutir com o diretório municipal”, menciona. Reeleito em 2012 com mais de 150 mil votos, 82% do total de válidos na ocasião, Rodrigo avalia a dificuldade em transferir votos. “Não necessariamente quem votou em mim votaria em um candidato só porque eu o apoiei. Acho que tem vários fatores envolvidos, a própria questão da continuidade, independente dos resultados do governo, após quase oito anos há um desgaste, isso é inevitável”, pondera.
O atual chefe do Executivo diz que pretende fazer uma boa transição com quem for eleito em 30 de outubro. “A dificuldade do País na economia vai pesar no ano que vem, mas quem assumir em janeiro não vai pegar a cidade no vermelho. Vamos passar a prefeitura em condições de ser administradas. Neste momento estamos fazendo uma administração sem grandes obras, mas conseguindo manter o dia a dia em ordem”, completa.
Eleitor rejeita ilusão, diz o deputado Pedro Tobias
“Isso vai fazer a diferença nessa etapa”, destaca o parlamentar estadual pelo PSDB
| Douglas Reis |
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| O deputado estadual Pedro Tobias na escola Ernesto Monte |
O deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) salientou a arrancada de Raul Gonçalves (PV) rumo ao segundo turno, nesse domingo (2), e argumentou que, em sua visão, o “divisor de águas nesta nova eleição será demonstrar ao eleitor o que é real e o que é só promessa. O eleitor rejeita ilusão e isso vai fazer a diferença nessa etapa”, opina.
Na opinião do deputado tucano, “é preciso lembrar que as pessoas não são bobas e tem muita gente acompanhando a vida da cidade ou sentindo na pele as dificuldades que ela sente no dia a dia. Então não adianta ir para o programa eleitoral de televisão só no período de propaganda e fazer uma lista enorme de promessas. Que isso não vai colar. Se passou isso no primeiro turno, no segundo turno, onde só dois candidatos falam, isso vai ficar claro”.
Para Tobias, que defende a candidatura Raul, seu oponente terá maiores dificuldades nessa estratégia. “A Prefeitura está falida, não tem quase nenhuma capacidade de investimento. E o Orçamento mostra claramente que não há recursos. A cidade precisa de gestor, de quem tem experiência em enfrentar problemas. Se o candidato não tem carteira de trabalho e carrega uma lista de muitas promessas isso vai ficar claro para o eleitor”, considera.
“PSC está no cenário político”, diz Celso
O deputado Celso Nascimento na escola Joaquim de Michieli, Jardim Cruzeiro do Sul: análise
| Renan Casal |
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Exercendo seu primeiro mandato de deputado estadual, Celso Nascimento (PSC) apoia Clodoaldo Gazzetta e, ontem, comemorou ainda a eleição da filha Yasmin para a Câmara Municipal. “O PSC passa a ser um partido presente na vida política de Bauru. Temos um deputado estadual, agora uma vereadora, e vamos seguir na campanha do Gazzetta no segundo turno, buscando a vitória para apoiá-lo na gestão da prefeitura”, destaca o parlamentar.
Eleito em 2014 para a Assembleia Legislativa, Celso Nascimento obteve boa parte de sua votação fora de Bauru, e desde então já buscava uma maior aproximação junto ao eleitorado da cidade.
Lembrando que Yasmin, que teve quase 3 mil votos e será uma das três representantes femininas na Câmara, é também líder religiosa na Igreja Assembleia de Deus.
Candidatos falam
| Renan Casal |
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| O candidato Renato Purini na Etec Rodrigues de Abreu |
| Divulgação |
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| O candidato Henrique Almirates na escola FourC |
Os quatro candidatos a prefeito derrotados no primeiro turno fizeram uma avaliação final da campanha e dos resultados obtidos nesse domingo (2).
Terceiro colocado, com 23.981 votos (13,94% dos votos válidos), Renato Purini (PMDB) diz que seguirá na vida política da cidade, mesmo sem mandato, e que o apoio da legenda no segundo turno será decidida dentro de uma semana.
“Mesmo sem ter mandato a prefeito ou vereador seguirei na política partidária, até porque sou presidente do PMDB em Bauru, e quero agradecer a quem nos apoiou e votou na nossa proposta. Agora é hora do partido analisar com calma quem apoiará no segundo turno, vamos ouvir a militância para saber qual dos dois terá nosso apoio ou se eventualmente ficaremos neutros”.
Quarto colocado, com 12.313 votos (7,16% dos válidos), Henrique Almirates (PRB) não atendeu e nem retornou às ligações da reportagem do JC ontem à noite. Nas redes sociais, ele agradeceu aos eleitores e disse que seguirá ‘lutando por uma Bauru melhor’.
Neutralidade
Maria Flor Di Piero (PSOL) obteve 4.768 votos (2,77% dos válidos), terminando como a candidatura de esquerda socialista mais votada até hoje em Bauru para prefeito.
“Nossa campanha teve um projeto sólido e esses votos representam a confiança das pessoas em nossas propostas. Vamos discutir nos próximos dias a questão do segundo turno, mas entendemos que nenhum dos dois candidatos representam o programa do PSOL, e por isso é praticamente certo que manteremos neutralidade, inclusive defendendo o voto nulo no segundo turno”, afirma. Osmar Brito (PCO) não atendeu ou retornou às ligações da reportagem.
| Malavolta Jr. |
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| A candidata Maria Flor na escola estadual Luiz Zuiani |
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| O candidato Osmar Brito na escola estadual Stela Machado |






