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| Atriz inglesa Felicity Jones (em pé) interpreta Jyn: filme elogiado por quem viu em primeira mão |
Filme mais aguardado do ano, o ótimo "Rogue One: Uma História Star Wars" vai matar a saudade dos fãs da saga "Guerra nas Estrelas" e ainda deve fazer com que um novo público passe a acompanhar a sequência.
Com título que faz referência à nave usada pelos rebeldes, o longa chega nesta quinta (15) aos cinemas com uma nova história de luta entre os rebelados da Força (os mocinhos) e o lado negro, então liderado pelo vilão Darth Vader.
A trama é estrelada pela atriz inglesa Felicity Jones, como Jyn, e tem uma história independente - mas que se torna muito mais emocionante com o conhecimento de toda a história e dos antigos personagens da saga.
Até hoje, oito filmes já passaram pelos cinemas. Agora, o novo "Rogue One" conta, com mais detalhes, o momento em que o vilão Darth Vader recruta engenheiros para construir a arma mais poderosa que já criou, a Estrela da Morte. A esfera gigantesca tem o poder de destruir planetas inteiros com um único disparo. Assim, o vilão poderá aniquilar a resistência de rebeldes que surgirem por toda a galáxia.
PRIMÓRDIOS
A história começa na infância de Jyn, quando Darth Vader captura o pai da jovem, Galen Erso (Mads Mikkelsen), para que ele o ajude a construir a arma. Jyn consegue fugir com a ajuda de Saw Gerrera (Forest Whitaker) e se torna alvo da Aliança Rebelde, que pretende usá-la como isca para capturar Galen Erso e impedir que a Estrela da Morte seja ativada.
Contrariada, Jyn viaja com Cassian (Diego Luna) e o robô K-2SO para encontrar o pai e destruir a arma. Com belas cenas de batalhas interestelares, como é costume na saga, os mocinhos dão uma nova esperança à Aliança Rebelde.
A SAGA
A luta do bem contra o mal vai e volta no tempo nos filmes. Mas é possível entendê-los na sequência cronológica, e não na ordem em que foram lançados. Nos anos 1970, o público foi apresentado aos mocinhos Luke Skywalker (Mark Hamill), princesa Leia (Carrie Fisher) e Han Solo (Harrison Ford), lutando contra o vilão Darth Vader. Até então, o filme era chamado só de "Guerra nas Estrelas".
É no fim dos anos 2000 que o público descobre a origem de Darth Vader: ele já foi um jedi, mas se corrompeu.
A trama de "Rogue One" se passa em uma das diversas batalhas travadas pelos rebeldes contra o Império -comandado pelo vilão.
Darth Vader reaparece em poucas cenas
A marcha imperial, trilha sonora que anuncia a entrada do vilão Darth Vader nos filmes da saga "Star Wars", é ouvida novamente em "Rogue One: Uma História Star Wars". No enredo do último filme da sequência, "Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força", de 2015, o vilão já está morto e acabou deixando saudosos os fãs que aguardavam por um novo longa havia dez anos. Neste filme, Vader reaparece em poucas cenas. Dá o ar da graça, por exemplo, ao ordenar que um de seus generais não falhe na finalização da Estrela da Morte e, já perto do fim, na última batalha do longa. A voz por trás da máscara é do mesmo ator de sempre, James Earl Jones. Como a história volta ao tempo de produções gravadas anos atrás, faz sentido que o visual lembre os filmes mais antigos, mas renovados pela tela digital e 3D. Até o estilo das naves e dos robôs gigantes que aparecem nas batalhas soa mais familiar.
Quem se der ao trabalho de rever a saga vai conseguir notar referências e homenagens a personagens clássicos, como o robozinho R2-D2 e o atrapalhado C-3PO.
Você sabia?
Os oito filmes
da saga já lançados
não contam
a trama de
forma linear.
