| Polícia Civil/Divulgação |
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| Em dezembro de 2016, ladrões usaram lonas para despejar o açúcar dos vagões antes de ensacá-lo; técnica usada ontem |
Pederneiras - Três irmãos foram presos em flagrante pela Polícia Militar (PM), no final de semana, em Pederneiras (26 quilômetros de Bauru), quando tentavam furtar cerca de 700 sacos de açúcar pertencentes a uma empresa que estavam sendo transportados pela linha férrea. A carga, segundo a polícia, está avaliada em R$ 21 mil. Recentemente, a Polícia Civil já havia prendido dois homens por crime semelhante no mesmo local (leia mais nesta página).
Após denúncia, no início da tarde de sábado (28), uma equipe da PM foi até o Bairro dos Sessenta, que fica às margens da Rodovia Manoel Usó Ripoli, próximo ao Porto Intermodal, na zona rural de Pederneiras, e avistou três homens em um carrinho com vestígios de açúcar sobre os trilhos do trem.
O trio alegou que havia sido contratado para transportar o açúcar que estava nas margens da ferrovia até terreno em um assentamento nas proximidades. De lá, outras pessoas levariam o produto até um lote no mesmo local. No total, foram apreendidos 700 sacos de açúcar, cada um com 50 quilos.
A carga, pertencente a uma empresa, foi avaliada em R$ 21 mil. Os três irmãos, J.C.S., de 30 anos, S.C.S., de 18 anos, e M.C.S., de 21 anos, que são da Bahia, foram autuados em flagrante pelo delegado plantonista Marcelo Bertoli Gimenes por furto qualificado e perigo de desastre ferroviário.
"A via férrea é utilizada diariamente por conjugações de trem de dezenas de vagões. É também utilizada como uma área de manobra. Ou seja, a presença de um carrinho em cima dos trilhos coloca em risco concreto a segurança do transporte ferroviário no local", ressaltou o delegado.
CASO RECENTE
No dia 6 de dezembro do ano passado, a Polícia Civil de Pederneiras prendeu em flagrante dois homens, de 19 e 22 anos, com 75 sacos de açúcar furtados de composição da América Latina Logística (ALL) no Bairro dos Sessenta.
O produto foi localizado em um lote do assentamento rural. Segundo a polícia, anotações apreendidas no local onde a carga foi encontrada indicam que um grupo controlava a divisão dos lucros com a venda dos produtos furtados.
Após pagarem fiança no valor de R$ 900,00 cada, os dois suspeitos foram liberados para responderem pelo furto em liberdade. Um inquérito foi instaurado para apurar o caso e tentar identificar outros envolvidos no crime.
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