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Palmeiras enfrenta a Ponte Preta neste domingo


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Denny Cesare/Estadão Conteúdo
Gilson Kleina e Lucca no treino desse domingo (16), em que a Ponte Preta abriu os portões para aproximar o time da torcida na véspera da semifinal 

O Palmeiras encerrou em tom de mistério na manhã desse sábado (15) sua preparação para o duelo de ida das semifinais do Campeonato Paulista, contra a Ponte Preta. A partida será realizada neste domingo (16), a partir das 16 horas (de Brasília), no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Com os portões da Academia de Futebol fechados à imprensa, o mistério acerca da escalação do Verdão permanece. De acordo com o site oficial do clube, o técnico Eduardo Baptista definiu os 11 titulares após um treino tático, que foi seguido pelo aprimoramento de cobranças de faltas e pênaltis.

Há a possibilidade de o time que venceu de forma sofrida o Peñarol no meio de semana ter algumas mudanças. Recuperado de uma fissura no pé direito, Jean pode voltar à lateral direita. Já o meia Guerra, que saiu desgastado fisicamente do duelo com os uruguaios, é dúvida. Poupado na quarta-feira, o atacante Róger Guedes, por sua vez, deve começar no banco de reservas. Isso posto, a tendência é que o Verdão seja escalado com Fernando Prass; Jean (Fabiano), Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo; Tchê Tchê, Guerra, Dudu e Willian; Borja.

Ao contrário do Verdão, a Ponte Preta não só permitiu a cobertura do treino pela imprensa como abriu os portões também para a presença de torcedores. Gilson Kleina quer aproximar o time dos torcedores, para tentar levar vantagem com o fator casa no confronto de hoje, o primeiro da semifinal do Paulistão.

Contra o Palmeiras, "o melhor elenco da América", Kleina aposta na força coletiva de seu time. "Temos o Aranha vivendo um momento brilhante, uma defesa competente e o ataque mais rápido do campeonato".

Em seu retorno à Ponte, em março, Kleina cantou "Casa", de Lulu Santos, para dizer que estava voltando ao lugar onde se sente bem. Para o confronto com o Palmeiras, busca outra referência musical para falar em triunfo inédito. "Precisa ser uma música que fale que chegou a nossa vez. Vamos de Gonzaguinha: 'viver e não ter a vergonha de ser feliz'. Vamos ser felizes."

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