Entrelinhas

Entrelinhas

Da Redação
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Crônico

O rompimento de adutoras do DAE é um problema recorrente em Bauru, há muitos anos, sem que os governos anteriores tenham atacado para valer. O presidente da autarquia, Eric Fabris, confirmou que para 2018 o Orçamento deve reservar R$ 2 milhões à setorização da rede. Isso é necessário para reduzir a pressão e diminuir os vazamentos e rupturas. Leia mais na página 3.

Contratação

Fabris também revelou ao JC que, em breve, vai abrir uma licitação para contratar empresa que atenderá exclusivamente às demandas ligadas ao PAC Asfalto. Nesses bairros, o DAE vai precisar agir com rapidez, para fazer todas as ligações antes da pavimentação das vias e ainda reparar eventuais problemas durante as obras.

No limite

Hoje, o DAE tem que deslocar equipes próprias para atender os problemas relativos ao PAC Asfalto - são mais de 700 quadras na cidade. Com a contratação de uma empresa, o que ocorrerá nos próximos meses, explica o presidente da autarquia, será possível liberar os funcionários para outras frentes de trabalho.

Regularização

Acontecem hoje, às 10h e às 11h, duas cerimônias de assinatura dos termos de doação dos lotes que foram regularizados no Jardim Vitória II e no Cutuba. O prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) pretende aproveitar para manter um contato mais próximo com os moradores daquela região.

Futuro

A movimentação política em torno das eleições de 2018 já começou em Bauru. Dois pré-candidatos, inclusive, almoçaram juntos ontem, apurou a coluna: Raul Gonçalves Paula (PV) e Fábio Manfrinato (PP), que pretendem concorrer a federal e estadual, respectivamente. Se pode pintar alguma dobradinha é muito cedo para dizer, mas as conversas, ainda que informais, acontecem também entre outros postulantes.

Pagamento

Resolução assinada pelos secretários David Françoso (Administração) e Everson Demarchi (Finanças), que será publicada hoje no Diário Oficial, disciplina o pagamento de despesas retroativas de pessoal, como abono de permanência em cargo, progressão por padrão, insalubridade e periculosidade. A prefeitura poderá fazer agora o pagamento em até 12 meses, nesses casos.

Hostilidade

A afirmação pública do ministro da Saúde, Ricardo Barros, de que o governo tem 'de parar de fingir que paga médico e o médico tem de parar de fingir que trabalha', feita há quase 10 dias, resultou em indignação entre os profissionais também de Bauru. Nesta segunda-feira à noite, lideranças do Sindicato dos Médicos e da Associação Paulista de Medicina (APM) regional Bauru, além de delegados e conselheiros do Conselho Regional de Medicina (CRM) local, se reunirão para discutir a questão.

Movimento

Na sede da APM, eles definirão uma estratégia local para um movimento nacional agendado para o próximo dia 3 de agosto. Uma espécie de selo "Movimento Fora Barros" consta em materiais que circulam por aplicativos e redes sociais sobre o assunto. Neles, o ministro é acusado de entender muito de polêmica e nada de saúde. No início da semana, o Conselho Federal e os 27 CRMs divulgaram material denunciando o abandono do SUS.

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