Quase um em cada três adultos têm colesterol alto. Somente 1 em cada 300 pessoas têm hipercolesterolemia familiar. Qualquer um que tenha um dos 1.500 variantes genéticas possíveis que causam a condição tem 50% de chance de passar o gene para a criança. A maioria das variantes genéticas que causam hipercolesterolemia envolve uma proteína chamada de receptor LDL.
Essa proteína limpa o sangue do LDL. Mas, na maioria das pessoas com hipercolesterolemia familiar essa proteína não faz seu trabalho. Pessoas com essa condição têm colesterol alto ao nascer. Se não tratado, ele pode causar infarto precocemente.
O tratamento para a condição - uma dieta pobre em gordura, exercícios e medicamentos para baixar o colesterol - é o mesmo tratamento para qualquer um que tenha colesterol alto.
Mas mesmo com o tratamento, o colesterol pode ainda permanecer alto se os genes forem os culpados. Mesmo se você não tiver uma condição genética rara, muitas coisas que fazem o colesterol subir podem ser genéticas em algum grau.
Obesidade, IMC alto, medida de cintura alta e uma alta relação cintura/quadril: cada um é um fator de risco para o colesterol alto e, cada um pode ser provocado pelos genes.
Algumas pessoas também podem ter uma predisposição genética para comer em excesso, o que pode levar à obesidade.
Diabetes também é um fator de risco alto para colesterol elevado e, a genética tem um papel em quem tem e quem não tem o quadro.