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'Atrasadinhos' correm pela ceia

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 2 min

Os anos passam e alguns comportamentos não mudam. Há quem opte por deixar para fazer as compras para o Réveillon de última hora, fato que leva à intensa movimentação nos supermercados. Tem gente, ainda, que estava em busca de reforço ao que já tem em casa.

Esse é o caso do comerciante Claudio Aguirra Alves, de 62 anos. Ele é proprietário de um bar e vai às compras diariamente. "Embora eu já tenha feito as compras para a ceia de Ano Novo aos poucos, vim pegar alguns reforços no último dia do ano, como champanhe, bolacha, farinha, etc", revela.

O comerciante aproveita, também, para dizer o que espera para 2018. "A expectativa que tenho é de trabalhar todos os dias, não fechar o bar em nenhum dia sequer. Só assim dá para enfrentar a situação difícil que o País vivencia", complementa.

Já a arquiteta Iara Bragatto, de 29 anos, deixou para fazer tudo de última hora, porque a família demorou para decidir se faria algo ou não. "Hoje, faremos churrasco e amanhã, almoço", conta.

A aposentada Nair Damião dos Santos Souza, de 72 anos, não teve tempo de fazer as compras, porque viajou durante o Natal. "Vamos reunir duas famílias: a minha e a do namorado da minha filha. Faremos frango assado, costela assada, maionese, enfim, um jantar. No almoço, terá churrasco", narra.

'ADIANTADINHOS'

Por outro lado, há quem já tenha se adiantado, como a dona de casa Mariza Castilho, de 44 anos, que fez as compras na semana anterior. Ela só estava no supermercado para adquirir os produtos que estavam em falta em sua casa. "Para evitar o movimento intenso, vim mais cedo", justifica.

Da mesma forma, pensa a dona de casa Rosana Marmontel, de 55 anos, que fez as compras com antecedência para evitar filas e falta de mercadoria. "Hoje (ontem), estou levando refrigerante para o dia a dia mesmo", finaliza.

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