Cultura

Tradição da Zona Leste leva para a avenida os bastidores do Carnaval

Ana Beatriz Garcia
| Tempo de leitura: 2 min

Aceituno Jr.
Gisele Barone Saes fala sobre os últimos ajustes para o Carnaval da Tradição da Zona Leste

São artesãos, bordadeiras, compositores e muitas outras funções em torno de um só objetivo: o Carnaval. É isso que a Tradição da Zona Leste, do Mary Dota, vai cantar, dançar e apresentar no Sambódromo, na segunda-feira, dia 12 de fevereiro.

Serão cerca de 500 componentes em 10 alas e quatro carros com o enredo "Nós somos um bando de loucos... Loucos por ti, Carnaval! Bando de leões guerreiros, artistas e artesãos da Tradição".

"A ideia é mostrar os bastidores do Carnaval, como tudo é feito antes de chegarmos no dia do desfile", destaca Gisele Aparecida Baroni, coordenadora da comissão de carnaval.

Segundo Gisele, o público poderá acompanhar a ideia do enredo por meio das fantasias, das alas e dos carros. "Serão marceneiros, compositores, intérpretes, artesãos e outras figuras que fazem com que o carnaval aconteça em uma escola", completa.

Na Tradição da Zona Leste, inclusive, são 30 pessoas revezando entre manhã, tarde e noite para encantarem os bauruenses pela passarela do samba. "Este ano temos novidades em nossa comissão de frente que será uma surpresa para o público", entrega a coordenadora.

Com 60 ritmistas, a Bateria Furiosa também apresentará suas inovações que vem sendo ensaiadas desde outubro.

"Nosso intuito é melhorar a cada ano, mesmo com todas as nossas dificuldades, esperamos fazer um bom carnaval", comenta.

Para fazer o Carnaval da agremiação representante do May Dota, a ideia de contar sobre os bastidores dos trabalhos surgiu da união de muitas ideias.

"Mais cabeças pensando junto fazem um trabalho melhor, por isso não temos só um carnavalesco, mas um grupo de 10 pessoas que dão ideias e trabalham juntas no processo de criação", comenta Gisele.

Segundo ela, mesmo com as dificuldades encontradas pela agremiação, o momento do desfile é de muita satisfação para todos.

"É um caminho de muito trabalho e muita dedicação, mas nós queremos nos divertir e divertir quem vê a escola passar", conclui.

 

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